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Dom Hugo presidirá a Missa do Crisma em Divinópolis

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Dom Hugo María Van Steekelenburg, OFM. Esteve a frente da Diocese de Almenara de 1999 a 2013
Dom Hugo María Van Steekelenburg, OFM. Esteve a frente da Diocese de Almenara de 1999 a 2013

Neste ano de 2023, a Missa do Crisma e da Unidade acontecerá no dia 06 de abril, quinta-feira santa, às 09h, na Catedral Diocesana. Devido ao período da vacância, ou seja, a ausência de um bispo titular para a nossa Igreja Particular, a Celebração Eucarística com a Renovação das Promessas Sacerdotais e bênção dos Santos Óleos será presidida por Dom Hugo Maria Van Steekelenburg, OFM. 

Como gesto concreto desta celebração, sob a inspiração da Campanha da Fraternidade, que neste ano de 2023 versa sobre o tema da fome,  os presbíteros, diáconos e fiéis são convidados a levar alimentos para serem posteriormente distribuídos na assistência aos irmãos e irmãs mais necessitados.

Nesta Santa Eucaristia também são abençoados os óleos dos Catecúmenos e Enfermos e consagrado o Óleo do Crisma, que são usados nas celebrações dos sacramentos e na Dedicação e consagração de Igrejas e Altares.

Dom Hugo Maria Van Steekelenburg, OFM. 

Dom Hugo é um Frade Franciscano e Bispo Emérito de Alemenara/MG. Atualmente morando no Convento de Santo Antônio em Divinópolis. A história dele com a cidade é muito grande, pois aqui foi vigário entre os anos de 1977 e 1982, “mas mesmo antes disso, ao lado de Frei Patrício reorganizou as Obras Sociais de Santo Antônio, ampliou o atendimento na escola profissional São Francisco de Assis para 480 menores e ainda foi instalado um Grupo Escolar, dando oportunidade para os menores estudarem da 1ª a 6ª série, criou a creche que atendia 62 crianças. Na época as Obras Sociais era local de trabalho para 120 pessoas”. O livro Franciscanos na Terra do Divino, relata o trabalho dele na cidade nas páginas 94 e 95.

Dom Hugo fez a novena fora do Santuário, levando as celebrações para as ruas da cidade, criou a equipe de Iniciação dos Jovens, de onde surgiu o Ad’Cristo. Trabalhos sociais junto as comunidades da Lajinha, Olaria e Catalão. 

Enfim autorizou mudanças no presbitério do Santuário, criando mais espaço para a assembleia e encerrou dizendo: “Estamos muito gratos a Deus, que deu tantas graças a nossa paróquia e aos paroquianos que trabalharam tanto na nossa comunidade. (extraído do Livro do Tombo, nº1, 1981, p.303, transcrito no livro Franciscanos na Terra do Divino, p. 95)