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Eduardo Azevedo afirma que está tranquilo e seguro em relação à representação de Lohanna França

Postado em 02/09/2021 11:43

Foi protocolado na corregedoria de ética da Câmara de Divinópolis, uma representação da vereadora Lohanna França (CD) contra o vereador Eduardo Azevedo (PSC) por quebra de decoro parlamentar. O ofício de 10 páginas foi lido na reunião ordinária da câmara. E agora segue o trâmite do regimento interno. Em nota, nesta quinta-feira (02/09), o vereador Eduardo Azevedo (PSC) vem por meio desta manifestar que está tranquilo e seguro em relação à representação da vereadora Lohanna França em seu desfavor. Segundo o parlamentar, é lamentável que alguém esteja tentando tirar o foco dos reais problemas de Divinópolis para criar uma narrativa falsa de perseguições.

Acompanhe nota na íntegra:

“O vereador Eduardo está preocupado com a cidade, não com conflitos infantis. É preciso ressaltar que oferecer o nome para cargos públicos implica num ônus de exposições a críticas também públicas. O vereador não fez mais que isso, e todas as suas alegações podem ser demonstradas. A pergunta que fica é: um vereador não pode usar de suas redes sociais para criticar outro? Por acaso os vereadores são imunes a críticas? O que se percebe é uma tentativa de criar confusão a partir de discussões de caráter apenas político-ideológico.  A vereadora tenta utilizar da corregedoria e do conflito midiático como forma de palanque político, numa tentativa de recuperar o prestígio de sua imagem já tão desgastada em razão de suas posições. Tudo isso num momento em que a cidade precisa de trabalho e ações que visem melhorar a vida da população. A edil, em verdade, tenta mais uma vez instrumentalizar a nobre pauta da dignidade feminina como manto para se vitimizar em face de críticas públicas. Por óbvio, aqui não se faz referência a críticas de cunho agressivo e violento, que devem ser individualizadas e reprimidas com o rigor da lei. O que ocorre, porém, é que a edil tenta generalizar todas as formas de críticas como “machistas” e “violentas”. Trata-se, evidentemente, de uma instrumentalização da causa para tentar se tornar imune de críticas. Seu modus operandi não é novo. Foi assim quando a vereadora fez críticas duras públicas ao governo Bolsonaro. Tais críticas são plenamente admissíveis em uma ambiente democrático, mas implicam num ônus em que também se tenha que acolher as críticas opostas. Quando recebeu tais críticas, porém, a vereadora se vitimizou. O mesmo se diga de quando a edil pediu publicamente medidas duras de combate à pandemia, que refletiam no fechamento de estabelecimentos comerciais. Naquela oportunidade, salvo manifestações incabidas e desproporcionais que foram devidamente individualizadas, a vereadora também sofreu críticas públicas. Do mesmo modo, resolveu optar por uma estratégia de afirmar estar sendo vítima de perseguição. Por fim, o mesmo procedimento é perceptível nos últimos fatos ocorridos. É sabido que o vereador Eduardo Azevedo tem como uma de suas bandeiras o combate à ideologia de gênero e ações de sexualização de crianças, especialmente no ambiente escolar.  A vereadora, por sua vez, manifesta sempre um desapreço por tais pautas, tratando-as como inexistentes ou de pequena gravidade. Foi assim que reputou o projeto de lei que proíbe o uso de verba pública para sexualização de crianças como inútil, por supostamente já estar prevista no ECA, o que não é verdade, como se demonstrou posteriormente. Outrossim, no que tange ao PL 121/2021, mais uma vez percebeu-se desapreço da vereadora em relação a um projeto que visava combater a violência infantil, oportunidade em que a edil disse que o projeto tinha “vários problemas”, o que mais uma vez não procede. Não se percebe boa-fé da edil em tais projetos. Se há discordância, que se vote contra sem meias verdades. Se a impugnação é específica, que se aponte e se ofereça medida para solução, como uma emenda. Mais não é assim que a mesma procede. Há que se salientar, por fim, o PL 118/2021, que proíbe a linguagem neutra na educação. No que tange a este projeto, é de ciência de todos os edis que a vereadora tenta impedir sua tramitação de forma interna, tendo inclusive se comprometido neste sentido com o professor José Heleno, uma das lideranças da causa da ideologia de gênero em Divinópolis. Ora, a vereadora visa escusar-se de críticas públicas a partir de uma narrativa falsa. Em nenhum momento o vereador Eduardo lhe dirigiu críticas públicas em razão de seu sexo feminino, mas em razão de suas posições político-ideológicas. Quem não quer receber críticas públicas, que não se posicione. Por fim, é preciso ponderar que a expressão “comunista de Iphone” ou “socialista de Iphone” é uma expressão jocosa muito comum nas redes sociais. Ele serve de crítica a especialmente certo grupo juvenil que, enquanto ataca o capitalismo sob um prisma de ideologia esquerdista, usufrui das benesses que o liberalismo econômico acarretou, como é o caso da teconologia dos produtos apple. A vereadora tenta alegar que tal expressão seria ofensiva e que não é comunista, pois seu partido não defende tal ideologia. Em primeiro lugar, é preciso ponderar que tal titulação não pode ser considerada ofensiva. Faz parte da discussão política e do ambiente de redes sociais. Se a edil pensa que não é “comunista”, basta demonstrar por suas manifestações e atos. Ademais, é preciso dizer que o vereador Eduardo Azevedo referiu-se à vereadora, não a seu partido. Argumentar que há plena consonância entre partidos e filiados no Brasil, especialmente em âmbito municipal, é duvidar da capacidade da população de enxergar a realidade. O vereador Eduardo Azevedo seguirá defendendo a pauta da inocência das crianças e da família, fazendo uso, inclusive, de suas redes sociais para tanto. E se preciso for, também usará das redes para denunciar quem quer que se levante contra tais valores”.

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CONFIRA POSICIONAMENTO DA VEREADORA LOHANNA FRANÇA SOBRE A REPRESENTAÇÃO  CONTRA O VEREADOR EDUARDO AZEVEDO:

 

Vereadora cobra do presidente da Comissão de Ética uma postura rígida por causa de denuncia

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