A divisão da mente por Freud evoluiu de uma visão topográfica do consciente e inconsciente, para o modelo estrutural de id, ego, superego. O id é a pulsão inconsciente, o superego a moralidade interna, e o ego a mediação consciente entre ambos e a realidade, buscando equilíbrio para a personalidade.
Na visão da pesquisa apresentada por ele o consciente se baseia em tudo aquilo que temos conhecimento imediato. Já o pré-consciente são os conteúdos acessíveis, que podem se tornar conscientes facilmente. E por fim o inconsciente, que é parte da mente, contendo desejos recalcados, impulsos e memórias dolorosas.
Já no segundo modelo estrutural ele cita o Id presente desde o nascimento, funciona pelo “princípio do prazer”. Busca satisfação imediata de impulsos e desejos, sem considerar regras ou moral. Já o Ego que se desenvolve a partir do id, opera pelo “princípio da realidade”. Ele funciona como mediador entre as exigências do id, as restrições do superego e o mundo externo.
E por último o estudo cita o Superego. Ele é formado pela internalização de valores familiares e sociais. Age como juiz moral, punindo o ego com culpa e remorso. Nessa pesquisa a psicanálise busca fortalecer o ego para gerenciar melhor as demandas impulsivas do id e a severidade do superego. Quando desequilibrados, surgem conflitos psíquicos e sintomas.














