O vereador Rodyson do Zé Milton (PV) cobra a construção da ponte de acesso ao Hospital Regional. Após comemorar o anúncio da Prefeitura de Divinópolis sobre o encaminhamento ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) de um estudo técnico. O documento busca compatibilizar a duplicação da BR-494 com o acesso à unidade de saúde. Além disso, o parlamentar reforça que a medida representa um avanço importante, mas que a construção da ponte continua sendo indispensável. Por isso, confira a seguir os detalhes do estudo e a situação atual da obra da ponte.
O que você precisa saber sobre a cobrança do vereador Rodyson?
- Rodyson do Zé Milton comemorou o envio ao Dnit do estudo que compatibiliza a duplicação da BR-494 com o acesso ao Hospital Público Regional.
- O estudo propõe o prolongamento da duplicação em cerca de 880 metros e reserva espaço para um futuro viaduto de acesso.
- O vereador reforça que a construção da ponte entre os bairros Elizabeth Nogueira e Realengo continua indispensável.
- Os recursos para a ponte já aprovados pela Câmara, mas a licitação de 2024 não teve empresa habilitada entre as 17 interessadas.
- A Prefeitura avalia, junto à Controladoria, novos modelos de contratação para viabilizar a obra.
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O que a Prefeitura enviou ao Dnit sobre a BR-494?
A Prefeitura de Divinópolis encaminhou ao Dnit um estudo técnico propondo ajustes no projeto de duplicação da BR-494, desenvolvido em conjunto pelo Gabinete da Prefeita, pela Secretaria de Planejamento Urbano, pelo Settrans e pela Superintendência de Obras Públicas. A análise identificou a necessidade de adequações para garantir, no futuro, a entrada e saída de um viaduto de acesso ao hospital pelo eixo J. Consequentemente, a proposta inclui ajustes em retornos, faixas de aceleração e desaceleração, além do prolongamento do projeto de duplicação em cerca de 880 metros.
Segundo o vereador, a iniciativa da Prefeitura evita que prejuízos com as futuras intervenções dla duplicação da BR-494, permitindo que o acesso ao hospital de forma integrada ao projeto da rodovia federal. Portanto, a via de acesso deve beneficiar também a UFSJ, a UPA Padre Roberto, o Aeroporto Brigadeiro Cabral e áreas de expansão urbana da cidade.
Por que a audiência pública de Rodyson é citada como base da cobrança?
A avaliação do vereador tem como base a audiência pública promovida por ele em abril do ano passado, na Câmara Municipal, para discutir os desafios viários da região. Na ocasião, Rodyson reuniu representantes do Poder Executivo, órgãos de segurança, entidades e a comunidade para debater o planejamento da infraestrutura necessária diante da entrada em funcionamento do Hospital Público Regional.
Segundo o parlamentar, “desde o início defendemos que não bastava entregar o hospital. Era preciso preparar toda a infraestrutura do entorno para que a população pudesse chegar ao local com segurança e rapidez”. Ele destaca que ver esse planejamento avançar demonstra que o debate realizado na Câmara foi importante para o futuro da cidade.
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Por que a ponte entre Elizabeth Nogueira e Realengo é considerada essencial?
Para Rodyson, o avanço no planejamento viário precisa ser acompanhado da execução de outra obra considerada essencial para o funcionamento do Hospital Universitário: a construção da ponte que ligará o bairro Elizabeth Nogueira ao bairro Realengo. Segundo o parlamentar, a nova ligação será estratégica para desafogar o trânsito, reduzir o tempo de deslocamento e oferecer uma rota mais rápida e segura para quem precisa acessar a unidade de saúde.
Sobretudo por isso, o vereador destaca que, com a ampliação gradual dos serviços do hospital, o fluxo de veículos tende a aumentar. Ele afirma que a ponte é indispensável para distribuir melhor o trânsito, facilitar o acesso dos moradores e garantir mais agilidade para ambulâncias e profissionais de saúde.
Qual é a situação atual da licitação da ponte?
Os recursos para a construção da ponte já foram assegurados pelo município, com autorização da Câmara Municipal e voto favorável do próprio Rodyson. No ano passado, a Prefeitura chegou a abrir o processo licitatório para a execução da obra, porém, apesar do interesse de 17 empresas, nenhuma atendeu aos requisitos técnicos exigidos, devido à complexidade do projeto. Portanto, a contratação segue conforme os trâmites previstos na Lei Federal nº 14.133/2021, a nova Lei de Licitações, que estabelece critérios técnicos rigorosos para esse tipo de contratação.
No mês passado, a Administração Municipal informou que, em conjunto com a Controladoria, avalia alternativas jurídicas e novos modelos de contratação para viabilizar a execução da obra. Rodyson afirma que continuará acompanhando cada etapa das intervenções previstas para a região, cobrando a concretização das obras necessárias. “Não basta colocar o hospital em funcionamento. É preciso assegurar que as pessoas consigam chegar até ele com segurança, rapidez e dignidade”, conclui o vereador.














