Uma excursão de fiéis virou caso de polícia em Divinópolis após cinco participantes denunciarem golpe por causa do cancelamento da viagem. O boletim de ocorrência foi registrado na última segunda-feira (13).
De acordo com o documento, o grupo comprou pacotes para viajar à Cachoeira Paulista (SP) no dia 10 de julho para o acampamento PHN. O evento é um dos principais encontros de jovens da Renovação Carismática Católica do país.
Até poucos dias antes da data prevista, Além disso, o responsável informou que enviaria posteriormente a placa do ônibus e compartilhou dados de uma pousada que, segundo as mensagens, ficaria próxima ao local do evento.
Ainda conforme o boletim, participantes receberam orientações sobre horários, documentos e organização da viagem. O organizador compartilhou até pontos de embarque em Divinópolis e dados de uma pousada no interior paulista.
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Cancelamento de excursão em Divinópolis ocorreu na véspera
Inicialmente, o organizador informou ao grupo que não poderia realizar a viagem após a morte de um familiar. A justificativa foi enviada quando os participantes já se preparavam para sair de Divinópolis.
Depois do aviso, alguns integrantes procuraram diretamente a empresa apontada como responsável pelo ônibus e a hospedagem mencionada nas conversas.
Segundo os relatos repassados à Polícia Militar, ambas teriam informado que não existia reserva ou contratação vinculada à excursão.
O que o organizador disse sobre o cancelamento e o dinheiro?
Após a repercussão entre os passageiros, o responsável enviou nova mensagem ao grupo. No texto, reconheceu que havia enfrentado outro problema, afirmou que não conseguiu prosseguir com a viagem, pediu desculpas e se comprometeu a devolver os valores pagos por cada participante.
O organizador pediu prazo até 20 de julho para realizar os reembolsos. Além disso, solicitou compreensão para evitar impactos sobre sua família. Até o registro do boletim, porém, os cinco denunciantes disseram que ainda aguardavam o ressarcimento dos pacotes adquiridos.
A Polícia Militar registrou o caso como suspeita de estelionato, mas o enquadramento inicial não representa uma conclusão sobre responsabilidade criminal. A Polícia Civil irá investigar o caso.
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