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Transportadores de combustíveis em Minas Gerais confirmam paralisação nesta quinta (25)

Postado em 24/02/2021 18:42

 

Transportadores de combustíveis em Minas Gerais devem mesmo cruzar os braços e paralisar as atividades a partir de meia-noite desta quinta-feira (25). A informação é da Rádio Itatiaia. A categoria está em estado de greve e planeja uma carreata para esta quinta.

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Eles protestam contra a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o óleo diesel em Minas que, segundo eles, é o mais alto do Brasil.

O sindicato que representa os transportadores de combustível (Sindtanque) afirma que já se reuniu com o governo do Estado, mas que a resposta para a reivindicação foi negativa e, por isso, eles decidiram paralisar. Ainda segundo o presidente do Sindtanque, Irani Gomes, a luta pela redução da alíquota existe há uma década e não avançou nada na atual gestão.

O presidente do Minaspetro, Carlos Guimarães, sindicado que representa os postos de gasolina, diz que a entidade é contrária ao reajuste do combustível, mas afirma que não é o momento de paralisação.

“O Minaspetro está junto com os consumidores e junto com os caminhoneiros contra o aumento dos tributos. Inclusive enviamos uma carta ao governador Romeu Zema pedindo que eles não subam os tributos nos próximos seis meses. Entendemos que esse momento que o estado e país passam com a pandemia, não é oportuno para a greve dos caminhoneiros que podem prejudicar ainda mais a população e o abastecimento”.

Atualmente, a alíquota da gasolina é de 31%, do etanol de 16% e do diesel de 15%. Para que haja alteração, o governo do Estado precisa enviar projeto de lei para Assembleia Legislativa para que os deputados possam aprovar.

Nos últimos meses, a cobrança dos transportadores em relação a redução vem aumentado porque a base de cálculo para cobrança das alíquotas do ICMS é o preço médio do combustível e, como ele vem subindo, todo o custo aumenta.

Atualmente, a alíquota da gasolina é de 31%, do etanol de 16% e do diesel de 15%. Para que haja alteração, o governo do Estado precisa enviar projeto de lei para Assembleia Legislativa para que os deputados possam aprovar.

Portanto, de acordo com a Secretaria da Fazenda, “é importante ressaltar que as mudanças do preço dos combustíveis não são em função do ICMS, mas sim da política de preços praticada pela Petrobras”.

Transportadoras de minério, principalmente autônomos de Brumadinho, Sarzedo, Congonhas e Sete Lagoas, estão em paralisação desde segunda-feira (22). Eles reivindicam aumento do valor do frete e afirmam que estão pagando do próprio bolso os reajustes constantes no preço do combustível. São dois movimentos diferentes, um de paralisação pela redução do ICMS e outro pelo aumento do valor do frete.

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