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Ameaça à testemunhas e difamação na internet: os motivos para a segunda prisão de Lorena Marcondes

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Foto: Redes sociais/Reprodução

A biomédica Lorena Marcondes, presa desde a última sexta (22), obstruiu a Justiça após descumprir as exigências feitas na liberdade condicional. Indiciada por homicídio doloso pela morte da paciente Iris Martins em maio de 2023, ela ameaçou testemunhas do caso e debochou das investigações.

O Portal MPA teve acesso à denúncia do Ministério Público e a decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Após o fim do inquérito da Polícia Civil, o MP pediu novamente a prisão pelo crime de obstrução da justiça. Nesta segunda-feira (25), o TJ negou o habeas corpus.

Lorena acusou uma testemunha de omissão de socorro e que iria representá-la com uma ação no conselho regulador da sua profissão. A influencer também ameaçou uma outra testemunha através de um celular de um terceiro.

Lorena Marcondes ofereceu PIX para assistente não prestar depoimento

A biomédica também teria difamado as autoridades responsáveis pela investigação do caso, como a Polícia Civil e o Ministério Público.

Lorena lançou suspeitas sobre a conduta da Policia Civil. A página “Notícias e Babados” publicou que a investigação, tanto da PCMG quanto pelo MP tinha motivações políticas. A denúncia também cita que a biomédica pagou a blogueira para cometer difamações, o que foi confirmado pela própria Vanessa em seu perfil.

Além disso, Lorena Marcondes ofereceu dinheiro para a sua assistente, Ariele Almeida, também indiciada por homicídio contra Iris. De acordo com a denúncia, Lorena usou o celular do pai para ligar para a mãe da técnica de enfermagem oferecendo PIX para que ela deixasse de prestar depoimento e abandonar seu advogado.

Além da prisão preventiva, o Ministério Público também solicitou que Lorena indenizasse a família de Iris Martins em R$ 700 mil por conta do homicídio. Além disso, houve o pedido de suspensão de todos os perfis nas redes sociais, incluindo seus empreendimentos criados após a prisão como aluguel de clínicas e a linha de comésticos.

A redação do Portal MPA entrou em contato com o advogado Tiago Lenoir e aguarda retorno.

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10 meses após crime, Lorena Marcondes tem aluguel de clínica e vende curso na internet
Foto: Redes sociais/Reprodução
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