A greve continua em Divinópolis, agora com nova manifestação marcada para esta sexta-feira (10), com concentração às 9h em frente ao prédio do Diviprev. Segundo o Sintram, o ato acontece na Rua Paraíba, 859, no Centro da cidade. Além disso, a entidade convoca a categoria a comparecer em peso para cobrar respeito às decisões sobre previdência e carreira dos servidores. Por isso, o protesto reforça a mobilização iniciada há mais de uma semana contra a reforma do Diviprev, já sancionada pela Prefeitura.
O que você precisa saber sobre a manifestação desta sexta-feira?
- A concentração está marcada para as 9h, na porta do Diviprev.
- O local é a Rua Paraíba, 859, no Centro de Divinópolis.
- O Sintram convoca os servidores após a sanção da reforma da Previdência pela Prefeitura.
- O ato ocorre dias depois da notificação extrajudicial que pedia o fim da greve em 24 horas.
- A categoria mantém a paralisação por tempo indeterminado desde 6 de julho.
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Quando e onde acontece o protesto desta sexta-feira (10)?
A manifestação está marcada para amanhã, dia 10 de julho, com concentração às 9h na porta do Diviprev, na Rua Paraíba, 859, no Centro de Divinópolis. Segundo o Sintram, o ato reúne servidores de diferentes secretarias municipais que seguem em greve desde o início do mês. Na prática, a escolha do Diviprev como ponto de encontro simboliza a exigência da categoria por mais diálogo sobre as mudanças na Previdência municipal.
O que motiva a nova manifestação do Sintram?
O sindicato afirma que a categoria não aceitará que decisões sobre previdência e carreira avancem sem respeito aos direitos dos servidores. Segundo a entidade, o protesto é uma resposta organizada e pacífica ao que classifica como retrocesso nas regras previdenciárias. Consequentemente, o Sintram descreve o servidor público como parte essencial do funcionamento da cidade, reforçando o chamado para que a categoria compareça unida ao ato.
A mobilização ocorre pouco depois de a Prefeitura notificar extrajudicialmente o Sintram e o Sintemd, exigindo o fim da greve em até 24 horas após a aprovação da reforma na Câmara Municipal. Segundo o Executivo, a aprovação do Projeto de Lei Complementar nº 008/2026 esvaziou o motivo original da paralisação. Ainda assim, os sindicatos optaram por manter o movimento por tempo indeterminado.
Como a greve chegou até este momento?
A paralisação começou em 3 de julho, quando a categoria da Educação cruzou os braços, e se ampliou para o quadro geral do funcionalismo em 6 de julho. Um dia depois, a Câmara Municipal aprovou a reforma do Diviprev por 11 votos a 5, em sessão marcada por protestos de servidores nas galerias. Enquanto isso, a prefeita Janete Aparecida sancionou a lei na mesma semana, argumentando que a mudança evita o colapso financeiro do regime previdenciário municipal.
O direito de greve dos servidores públicos é assegurado pela Constituição Federal, que trata do tema no artigo 37. Por isso, a manifestação desta sexta-feira segue amparada nesse direito, mesmo diante da notificação da Prefeitura que classificou a continuidade da paralisação como desvio de finalidade.
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O que diz a Prefeitura sobre a continuidade do movimento?
A Administração Municipal sustenta que a base que justificava a greve deixou de existir com a aprovação da reforma pela Câmara. Segundo o Executivo, a manutenção da paralisação depois da votação poderia configurar desvio de finalidade, o que abre caminho para uma ação judicial pedindo a declaração de ilegalidade do movimento. Sobretudo por esse motivo, o impasse entre Prefeitura e sindicatos deve seguir também na esfera da Justiça nas próximas semanas.
Como acompanhar os próximos passos da greve em Divinópolis?
A programação divulgada pelo Sintram prevê a concentração das 9h na porta do Diviprev, sem horário de encerramento definido até o momento. Ainda assim, novas assembleias podem ser convocadas conforme o desenrolar do ato desta sexta-feira.
Fique de olho nos próximos comunicados do Sintram e da Prefeitura de Divinópolis sobre os desdobramentos da greve e da reforma do Diviprev.














