O governo estuda a volta do horário de verão. A expectativa é de que a decisão saia na próxima terça-feira (15). As opiniões se dividem, mas os defensores da ideia argumentam que a seca histórica baixou o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas e a medida pode ajudar a economizar energia.
Rutelly Marques, consultor legislativo do Senado na área de Minas e Energia, explica a sugestão, sua justificativa e quando o horário de verão poderá ser colocado em prática.
Fonte: Agência Senado
A volta do horário de verão está em
discussão dentro do governo federal. Com a escassez de chuvas,
elevação da temperatura e o agravamento da seca, a mudança do
horário em diversos estados pode ser uma alternativa para economia
na conta de luz. Isso porque a maior parte da energia do país
depende de usinas hidroelétricas, ou seja, da água.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou, nesta quarta-feira (11), que a medida pode auxiliar na manutenção do preço de energia.
O vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckimin, concordou que o horário de verão é uma das alternativas, mas é preciso também economizar na conta de luz.
O horário de verão, que avança em uma hora em relação ao horário oficial de Brasília, foi criado no país em 1931. Ele funcionou continuamente de 1985 até 2019, quando o governo passado decidiu revogá-lo, alegando pouca efetividade na economia energética.













