66 mil garrafas foram produzidas nos lotes em que amostras contaminadas foram encontradas

Postado em 10/01/2020 12:08

 

Os dois lotes da cerveja Belorizontina apontados no laudo da Polícia Civil como aqueles em que foram encontrados a substância dietilenoglicol possuem 66 mil garrafas.

De acordo com a assessoria de imprensa da cervejaria Backer, foram produzidos 33 mil produtos em cada um dos lotes: L1 1348 e L2 1348.

O laudo é preliminar e, segundo a Polícia Civil mineira, ainda não é possível cravar a responsabilidade da cervejaria. O Procon classifica a situação como grave e orienta consumidores a verificarem os lotes de cervejas adquiridas.

Cervejas da Backer, a primeira cervejaria artesanal mineira, criada em 1999, podem ser encontradas em vários supermercados pelo Brasil, inclusive no Zona Sul, no Rio de Janeiro.

Na tarde desta quinta-feira a Polícia Civil uma inspeção na fábrica da cervejaria Backer, que fica no bairro Olhos D’Água, no oeste da capital mineira. A cerveja Belorizontina havia sido atrelada, em relatos nas redes sociais, aos sintomas da doença.

Na fábrica, os agentes também recolheram outras garrafas que ainda serão comparadas com as fornecidas por famílias de paciente

Saiba como identificar o lote da cerveja Belorizontina, da cervejaria Backer que deve ser recolhida.

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