O aumento do salário mínimo impacta a Previdência Social de duas formas principais: aumenta a despesa com o pagamento de benefícios vinculados ao piso e, potencialmente, aumenta a arrecadação devido a contribuições maiores. O efeito líquido, no entanto, é de um custo fiscal elevado.
Todos os benefícios do INSS que têm como base o valor do salário mínimo como aposentadorias e pensões no valor do piso, e o Benefício de Prestação Continuada – BPC, são automaticamente reajustados. Isso gera um custo adicional significativo para as contas públicas.
Já com os salários mais altos tem também o aumento da arrecadação. A correção do salário mínimo resulta em maiores contribuições previdenciárias por parte de empregados e empregadores, uma vez que as alíquotas incidem sobre a base salarial.















