A prefeita Janete Aparecida negocia fim da greve dos servidores. Ela abriu canais de conversas direta com as lideranças do Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Divinópolis e do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Municipal. A proposta do executivo é buscar o encerramento definitivo do movimento grevista que afetou os serviços públicos municipais. No momento, a paralisação da categoria encontra-se suspensa até o início do próximo mês.
A principal reivindicação que dita o rumo das conversas parte das diretoras das escolas municipais. Elas exigem que a Administração Municipal garanta que o setor responsável não desconte os dias de paralisação das folhas de pagamento dos servidores. Ao todo, o movimento contabiliza 11 dias de braços cruzados.
A prefeita Janete sinalizou positivamente ao pedido, afirmando que aceita abonar e não efetuar o desconto dos dias parados, sob a condição estrita de que a greve seja dada como formalmente encerrada pelas categorias de forma imediata.
Veja como a prefeita negocia fim da greve dos servidores
Apesar da abertura das negociações pela Prefeitura de Divinópolis, o clima entre os servidores ainda é de cautela e mobilização ativa. Conforme informações repassadas pelas direções do SINTRAM e SINTEMD, o movimento paredista está apenas temporariamente suspenso até o dia 6 de agosto.
O cronograma divulgado pelos sindicatos estabelece duas etapas decisivas para a data:
- Manifestação na Câmara Municipal: Servidores se reunirão no dia 6 de agosto no plenário do Legislativo para pressionar os vereadores e dar visibilidade às pautas pendentes da reforma e dos direitos da categoria.
- Assembleia Geral: Logo após o ato na Câmara, os trabalhadores realizarão uma assembleia soberana. Nesse encontro, o funcionalismo municipal avaliará oficialmente as propostas apresentadas pelo Executivo e votará se aceita o acordo ou se retoma a greve geral.
O Executivo reforça que busca restabelecer a normalidade do ano letivo com segurança financeira, enquanto as frentes sindicais sustentam que a manutenção dos direitos e o não prejuízo aos salários são inegociáveis para o desfecho do conflito.















