Pesquisa revela alto risco de epidemia de dengue em Divinópolis - Portal MPA

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Pesquisa revela alto risco de epidemia de dengue em Divinópolis

Postado em 18/01/2021 18:37

O Levantamento de Índice Rápido do Aedes Aegypti (LIRAa) divulgado, nesta segunda-feira (18/01), pela Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), revelou alto risco de epidemia de dengue em Divinópolis. O indicador foi de 6,75% e compreende o período de 4 a 8 de janeiro. O levantamento analisou quase 5 mil imóveis do município.

Conforme o LIRAa, realizado pela Diretoria de Vigilância em Saúde e Vigilância Ambiental, foram pesquisados 165 bairros da cidade. Um percentual de 92%  dos focos foram encontrados nas residências e o restante estava nos lotes vagos.

Dos 4.919 imóveis analisados pelos agentes de saúde, foram encontrados 332 imóveis com focos. De acordo com os parâmetros técnicos do Ministério da Saúde, acima de 4%, é alto o risco de epidemia. Das seis regiões de Divinópolis, apenas uma está com risco médio: Sudoeste (3,81%).

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O maior risco foi verificado na região Nordeste (8,83%), seguido da Sudoeste (8,77%) e Central (7,32%). Norte e Oeste ficaram com 5,57% e 5,39%, respectivamente.

Na Região Sudeste, o Bairro Nações teve o maior registro de foco positivo: 89. Manoel Valinhas na Nordeste registrou 80, segundo com maior foco. Na sequência aparece Santo Antônio dos Campos na Região Oeste com 50.  

Na Região Norte, o Bom Pastor é o bairro com maior número de focos positivos: 40. No bairro São Judas Tadeu na Região Sudoeste registrou 37 e Sidil, na Central, com 36 completaram a lista.

A maioria dos focos foram eliminados pelos agentes de saúde durante a vistoria. Os reservatórios foram tratados com larvicida e serão notificados pela fiscalização de Vigilância Ambiental. Além da vistoria, a Semusa realiza o tratamento com o fumacê nos bairros com alto índice de infestação.

Nos demais bairros, os agentes então vistoriando os imóveis, conscientizando os moradores sobre a responsabilidade de cada um na eliminação dos focos.

 

Ciclo

De acordo com os agentes da Vigilância em Saúde, o ciclo de vida do Aedes Aegypti, leva de 7 a 10 dias.  “Enfatizamos a importância da população na eliminação dos possíveis criadouros, 10 minutos por semana é suficiente para o morador percorrer o seu quintal observando bebedouros de animais, vasos de plantas, caixas d’água, pneus, ralos e demais recipientes que acumule água. Interrompendo o ciclo de vida evitando o nascimento de novos mosquitos”, afirmou a diretora de Vigilância em Saúde, Erika Camargos Ferreira da Silva.

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