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Divinópolis confirma que aderiu ao consórcio de compras de vacina da frente nacional de prefeitos (FNP)

Postado em 05/03/2021 14:44

A comunicação da prefeitura municipal de Divinópolis confirmou a participação junto a Frente Nacional de Prefeitos (FNP)  que lidera consórcio público para aquisição de vacinas contra a COVID-19. O consórcio dará suporte aos municípios caso o Plano Nacional de Imunização (PNI), do governo federal, não consiga suprir a demanda nacional.

A cidade tem ainda a opção da compra direta junto ao Instituto Butantan, deixada pela gestão anterior. Segundo o ex-prefeito Galileu Machado, a intenção assinada por ele tem a validade de um ano, assim pode se adquirir também dessa forma.

A ideia da compra de vacinas é utilizar meios próprios dos municípios consorciados, de aporte de recursos federais e de eventuais doações nacionais e internacionais. “O consórcio não é para comprar imediatamente, mas para termos segurança jurídica no caso de o PNI não dar conta de suprir toda a população. Nesse caso, os prefeitos já teriam alternativa para isso”, esclareceu o presidente da FNP, Jonas Donizette. Ele reforçou também que a primeira tentativa será para que os municípios não precisem desembolsar nada para aquisição das vacinas.

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A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ajuizou uma ação para permitir que estados, Distrito Federal e municípios pudessem comprar e fornecer vacinas contra a COVID-19 à população. No dia 23 de fevereiro, o STF proferiu sentença favorável ao pedido. A autorização para a aquisição de imunizantes e insumos foi admitida nos casos de descumprimento do PNI ou de insuficiência de doses previstas para imunizar a população. A liberação cabe nos casos em que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não conceda autorização em até 72 horas para o uso de imunizantes aprovados por agências reguladoras de outros países.

Na mesma semana, dia 24 de fevereiro, o Senado aprovou um projeto de lei (PL 534/2021) amparado na decisão do STF, especificando as hipóteses de aquisição. O texto prevê que os entes poderão adquirir vacinas, em caráter suplementar, com recursos federais. Poderão utilizar recursos próprios, excepcionalmente, quando houver descumprimento do PNI ou quando este não preveja cobertura imunológica tempestiva e suficiente contra a doença. O texto segue para tramitação na Câmara.

“A saúde não tem preço”, ex-prefeito usa essa frase para justificar assinatura de intenção de compra da vacina

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