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Polícia abre investigação contra perfil de instagram que está difamando pessoas de Divinópolis

Postado em 03/02/2021 12:22

Com cerca de nove mil seguidores até esta quarta (03), o perfil “Casos de Div”, criado no Instagram, é alvo de investigação da Delegacia de Crimes Cibernéticos da Polícia Civil de Divinópolis. O mesmo vem publicando postagens que denigrem, caluniam e difamam pessoas da cidade, gerando prejuízos financeiros e morais o que poderá resultar além da prisão, em grandes indenizações para as vítimas.

As postagens são graves. Chegam a insinuar que mulheres conhecidas da cidade estariam traindo seus maridos. Uma profissional de Divinópolis chegou a ser acusada de fazer sexo com os pacientes da sua clínica durante as consultas e procedimentos. Inventam casos de erros médicos e muitas outras histórias caluniosas e difamatórias. Os homens também não estão livres dos ataques. Em postagem recente, começaram a relatar e especular detalhes anatômicos de homens conhecidos, como por exemplo, o tamanho do órgão sexual.

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Até agora uma pessoa já denunciou o caso para a Polícia Civil. Outras porém estão se organizando para hoje ou amanhã também ir até a Delegacia para cobrar providências para o caso. Em contato com o Facebook, que administra o Instagram, a empresa informou que apenas revela o verdadeiro nome do dono do perfil mediante ordem judicial. Mandado desta natureza pode ser expedido à pedido da própria PC e não chega a ser um processo demorado.

As vítimas estão cobrando mais agilidade nas investigações tendo em vista que o volume de publicações vem aumentando acarretando em uma série de problemas. O filho adolescente de uma das vítimas chegou sofrer a bullying por parte de amigos que leram publicações afirmando que sua mãe era promíscua e que estaria inclusive fazendo sexo com funcionários de sua empresa.

A página é privada, o internauta tem que pedir permissão para seguir e ter acesso as publicações. Ainda assim, mesmo com o conteúdo chulo, já tem nove mil seguidores. É válido ressaltar que algumas pessoas estão “printando” o conteúdo e espalhando em grupos de Whatsapp o que também é crime, tornando a pessoa envolvida no processo de difamação.

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