A advogada Letícia Sousa Curado Melo, 26
anos, está morta. O corpo dela foi encontrado na tarde desta
segunda (26/8). Ela
estava desaparecida desde a manhã de
sexta-feira (23/8), quando saiu para trabalhar, por volta das 7h30,
do Arapoanga, onde vivia com
o filho de 3 anos e
o marido. A notícia foi confirmada
ao Correio pelo marido dela.
Preso como principal suspeito do sumiço
da funcionária do Ministério da Educação
(MEC), o cozinheiro Marinesio
dos Santos Olinto, de 41 anos, confessou ter estrangulado a
vítima, Letícia Sousa Curado, de 26, até
a morte. Na companhia da advogada, ele levou
os policiais até o corpo, que estava em uma manilha às margens da
estrada, no sentido Vale do
Amanhecer.
Marinesio contou aos policiais que conhecia Letícia por pegar
o mesmo ônibus que ela, no sentido Plano
Piloto. Na manhã sexta-feira (23/8), após deixar a filha dele na
escola, ele a viu na parada de ônibus do Araponga e parou.
“Ele disse que estava indo sentido Paranoá e ela pediu uma carona até a Rodoviária da cidade para, de lá, pegar um ônibus e seguir para o Plano”, contou um dos investigadores da 31ª Delegacia de Polícia (Planaltina).
No caminho, Marinesio teria começado a assediar a vítima, que
recusou a investida. Foi quando ele a teria estrangulado. “Ele
disse que jogou a bolsa dela fora e pegou alguns pertences. Depois,
desovou o corpo em uma manilha e ficou com alguns objetos da
vítima”, contou o policial.
“Ele resolveu confirmar, pois os advogados apresentaram os benefícios de colaborar com a investigação”, contou o investigador.












