Uma boa parte dos setores da indústria podem funcionar em municípios incluídos na chamada “Onda Roxa”, criada pelo governo do Estado através do programa Minas Consciente, para conter a pandemia de Covid-19. Isso porque o governo manteve o caráter de essencialidade de cadeias produtivas que lidam diretamente no combate e prevenção à doença. A medida atende a uma a demanda da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).
Considerada a onda mais restritiva do Minas Consciente, a Onda Roxa é a que mais impacta nas atividades econômicas e na mobilidade da população. A medida prevê, por exemplo, toque de recolher à noite e de madrugada, uso obrigatório de máscaras e o funcionamento apenas de serviços essenciais.
No entanto, indústrias que forneçam insumos para outras fábricas que produzam para as chamadas atividades essenciais poderão continuar funcionando. Esse é o caso, por exemplo, do setor têxtil, fundamental na produção de roupas hospitalares ou máscaras. É o mesmo caso das indústrias de plástico e papelão, cujos produtos são necessários à indústria farmacêutica e à indústria de alimentos. A produção de equipamentos médicos, como cilindros de transporte e outros produtos. As regras de distanciamento e prevenção precisam continuar sendo seguidas.















