O post abaixo no instagram do Padre Júlio Lancellotti, desta quarta-feira (11/1), gerou polêmica nas redes sociais em Divinópolis. O Padre Júlio Lancellotti acusou a padaria de aporofobia –
Definição pelo Wikipédia, a enciclopédia livre,
Aporofobia: do grego άπορος (á-poros), sem recursos, indigente, pobre; e φόβος (fobos), medo; refere-se ao medo, rejeição, hostilidade e aversão às pessoas pobres e à pobreza.
O conceito aporofobia foi proposto nos anos 1990 pela filósofa Adela Cortina, professora catedrática de Ética e Filosofia Política da Universidade de Valência, para diferenciar essa atitude da xenofobia, que só se refere à rejeição ao estrangeiro, e do racismo, que é a discriminação por grupos étnicos.[4][5]
A diferença entre aporofobia e xenofobia ou racismo é que socialmente não se discrimina nem marginaliza as pessoas imigrantes ou a membros de outras etnias quando estas pessoas têm recursos econômicos ou relevância social e mediática.[1]
A publicação foi uma reação a um cartaz afixado no estabelecimento pedindo aos clientes para não dar esmolas. “Pedimos a sua colaboração ao não ajudar os moradores de rua, para evitar maiores transtornos”, diz o cartaz.














