Dona Miguelina Eloi de Assis Moreira, mãe de Ronaldinho Gaúcho, morreu vítima da COVID-19, na noite deste sábado. Ela tinha 71 anos e estava internada com a doença desde dezembro do ano passado.
À época, o craque e
ídolo do Atlético usou as redes sociais para informar aos fãs sobre
o estado de saúde de sua mãe.
“Queridos amigos,
minha mãe está com COVID-19 e estamos na luta para que ela se
recupere logo. Ela está no centro de tratamento intensivo,
recebendo todos os cuidados. Agradeço desde já as orações, as
energias positivas e o carinho de sempre. Força mãe”, escreveu
Ronaldinho em 21 de dezembro de 2020.
O prefeito de Belo
Horizonte e ex-presidente do Galo, Alexandre Kalil, se manifestou
por meio de seu Twitter. “Ronaldinho, meu filho, eu sei o que é
perder uma mãe. Meus sentimentos nesse momento tão
difícil”.
Dona Miguelina ficou
muito identificada com o Atlético durante a passagem do filho pelo
clube. Em 23 de setembro de 2012, quando ela se tratava de um
câncer, torcedores atleticanos estenderam um banner gigante no
Independência com as imagens dela e do filho. Abaixo, havia a
mensagem “Fé em Deus”. Na ocasião, o craque se emocionou antes da
partida conta o Grêmio pelo Campeonato Brasileiro.
Já em 2013, Ronaldinho
Gaúcho revelou que a mãe estava curada do câncer. Dias depois, na
final do Campeonato Mineiro daquela temporada, contra o Cruzeiro,
ele levou Dona Miguelina ao Independência para ser saudada pela
torcida alvinegra.
O ex-craque defendeu o
Galo entre 2012 e 2014. No primeiro ano, foi vice-campeão
brasileiro. Em 2013, atingiu o auge, com as conquistas do Mineiro e
da Copa Libertadores. Na temporada seguinte, venceu a Recopa
Sul-Americana. Na sequência da carreira, R10 atuou por Querétaro do
México (2014/15) e Fluminense (2015).













