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Instituto Helena Antipoff completa um ano com medidas de segurança sanitária

Postado em 22/04/2021 14:13

Em março do ano passado, quando o primeiro caso de covid-19 foi confirmado em Divinópolis, o Instituto Helena Antipoff (IHA) começou a elaborar protocolos, com bases nas autoridades em saúde, para criar um ambiente seguro para seus colaboradores e assistidos. Uma das medidas é a parceria com a Secretaria de Assistência Social (Semas) para captação de recursos do Fundo para Infância e Adolescência (FIA) por meio do Termo de Fomentos nº 15/2020, com vigência até 17 de dezembro deste ano. O objetivo é intensificar a desinfecção e higienização de toda a sede, garantindo a segurança dos profissionais, assistidos e familiares que frequentam a instituição.
 
O investimento possibilitou a contratação de mais uma profissional de serviços gerais para controle, limpeza e higienização dos ambientes. Também foram adquiridos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e materiais de limpeza, conforme normas da Organização Mundial da Saúde (OMS). Na época, o órgão já alertava para a importância da criação de um protocolo de segurança sanitária, como forma de adotar medidas preventivas para reduzir o contágio da doença.
 
Sucesso
 
Para o atual presidente do instituto, Juliano Vilela, até o momento, os protocolos criados e adotados possibilitaram que os serviços não fossem interrompidos e os assistidos continuassem a progredir em seu desenvolvimento. “Desde o início da pandemia, procuramos prontamente nos readequar para, conforme cada decreto em vigor, receber nossos assistidos e seus responsáveis com a máxima segurança possível. Essas pessoas dependem da assistência prestada pelos nossos especialistas, e ficar afastado poderia significar regressão no tratamento. Então, nos esforçamos para garantir tanto os atendimentos presenciais quanto os remotos, com proteção à saúde e mantendo a qualidade”, destacou.
 
Assim, o IHA também alterou seu formato de funcionamento, priorizando atendimentos individuais e reduzindo o fluxo diário de assistidos através do rodízio nas consultas. Para quem faz parte do grupo de risco ou se sentia mais seguro em casa, foram realizadas consultas on-line. A frequência dos espaços físicos também aumentou.
 
Além disso, o uso de máscara e o respeito ao distanciamento social nas dependências do instituto é obrigatório. Há, ainda, aferição de temperatura na entrada e disponibilidade de álcool em gel em pontos estratégicos.
 
 
Fotos: Divulgação/IHA

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