Aprendendo através de
brincadeiras. Essa é a proposta do “Vamos Brincar?!”, projeto do
Instituto Helena Antipoff (IHA), em Divinópolis. A proposta foi
viabilizada pelo credenciamento da Secretaria de Assistência Social
(Semas), por meio de recursos do Fundo para Infância e Adolescência
(FIA) e do Termo de Fomento nº 03/2019. Com a captação do recurso,
foram adquiridos 8 brinquedos, 47 materiais esportivos e 85 itens
para atividades lúdicas e de concentração. Alguns objetivos são,
por exemplo, especificamente indicados para os atendimentos, como
rampas adaptadas. Até 120 crianças podem ser
beneficiadas.
O intuito da proposta,
conforme o plano de trabalho, é “articular ações de diversas
políticas no enfrentamento das barreiras implicadas pela
deficiência”. Assim, são fortalecidos os vínculos familiares e
comunitários, autonomia, independência, acesso aos direitos e
participação plena na sociedade através do brincar.
Com brinquedos
adaptados, as atividades incentivam a expressão de sensações,
sentimentos e criatividade, além de contribuir para as capacidades
motoras e cognitivas. Além, claro, do desenvolvimento da capacidade
funcional da criança e adolescentes e redução das barreiras
arquitetônicas e sociais que rodeiam a pessoa com deficiência,
criando um ambiente que proporciona lazer e brincadeiras adequadas,
para que o assistido possa explorar seus limites, vencer desafios e
exercitar o corpo e a mente.
Os exercícios são
conduzidos pela educadora social Naiara Rocha, que auxilia os
assistidos a apresentarem suas expressões e criatividades. Ela
explica que o trabalho tem como foco os primeiros anos dos
assistidos. “O projeto ‘Vamos brincar’ é realizado com
crianças e adolescentes de 0 à 13 anos”, destaca a educadora
social.
Exercícios
Naiara ainda conta
que, durante as sessões, os assistidos praticam suas
potencialidades por meio de atividades lúdicas. “As atividades
são feitas através de jogos e brincadeiras, como bola, blocos de
madeira, carrinhos e quebra cabeça”, cita.
Com recursos simples,
diversas características são desenvolvidas. “O intuito é
estimular a socialização, a afetividade, a criatividade, a
linguagem e as habilidades motoras”, finalizou.













