Helena Antipoff lança projeto para fortalecer proteção social às pessoas com deficiência - Portal MPA

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Helena Antipoff lança projeto para fortalecer proteção social às pessoas com deficiência

Postado em 13/01/2022 13:50

O Instituto Helena Antipoff (IHA), em Divinópolis, lançou mais uma iniciativa para fortalecer a proteção social especial de média complexidade para as pessoas com deficiência e suas famílias. O projeto ‘Centro Dia’ amplia uma série de atividades, como os cuidados pessoais, o fortalecimento de vínculos, a autonomia, a comunicação, a inclusão e o conhecimento de direitos e deveres, através de uma equipe multidisciplinar qualificada. A proposta também envolve a elaboração de um plano individual e/ou familiar de atendimento, com orientações de apoio específicas.

Até o momento, o público-alvo é composto por nove pessoas, com idade entre 18 a 59 anos, com deficiência intelectual, múltipla e espectro autista que necessitam de apoio extensivos e generalizados dos assistidos e suas famílias.

O Centro Dia terá acompanhamentos extras de psicologia, educação física (alongamento, caminhada, fortalecimento de membros inferiores, coordenação motora e outras atividades), do projeto de bateria e percussão do Instituto, o MusicalIHA, além de contar com o suporte dos atendimentos clínicos e terapêuticos. O setor de psicologia fará atendimento individual e em grupo, visitas domiciliares, e orientação familiar.

O presidente do IHA, Juliano Vilela, explica que o Centro Dia foi pensado como uma ferramenta para ampliar as ações em prol dos atendidos. “É um projeto que desenvolvemos pensando em ações especializadas para ajudar os assistidos e suas famílias. Queremos vê-los inclusos na sociedade, atuando com autonomia e independência. E, para isso, eles precisam criar um vínculo com a comunidade, com suas famílias, conhecer seus direitos. Gradativamente, teremos um cidadão com uma qualidade de vida cada vez melhor”, detalha.

Como resultado, o IHA espera ampliar o acesso a programas socioassistenciais, reduzir e prevenir situação de isolamento social ou mesmo acolhimento institucional definitivo, fortalecer a convivência familiar e comunitária, melhorar a qualidade de vida, reduzir as violações de direitos e criar um ambiente de proteção social voltado à autonomia.