
O presidente do Sintram, Marco Aurélio Gomes, lamentou mais uma vez que o prefeito direcione sua metralhadora giratória contra o sindicato. “Lamentamos que nesse momento em que o nosso sistema de saúde está perto de grave crise, que o prefeito mais uma vez tenha o Sintram como alvo. O prefeito deveria saber que o Sintram representa o servidor e tem um compromisso social com a cidade. Quando defendemos os interesses dos servidores, estamos também defendendo o direito de todos os cidadãos de acesso ao melhor serviço público. Administrar a cidade é obrigação do prefeito e se Gleidson e sua equipe não tem competência para isso, não é obrigação do Sintram apontar soluções. Embora o prefeito não saiba o que é dialogar, mesmo não sendo nossa obrigação, o Sintram sempre esteve disposto a contribuir, desde que o servidor não seja prejudicado”, afirmou o presidente do Sindicato.
Marco Aurélio Gomes lembrou que a situação dos agentes de saúde foi uma crise anunciada. “Todos sabiam que era necessário buscar uma solução urgente para a situação dos agentes de saúde. Sem a possibilidade de renovar os contratos, por força de regras constitucionais, o prefeito teve tempo mais do que suficiente para um processo seletivo público antes que a situação chegasse ao ponto que chegou. O prefeito não tomou essa iniciativa simplesmente porque não quis. Desde o ano passado que já se sabia da necessidade de regularizar a situação dos agentes por meio de concurso ou processo seletivo público, como o Sindicato vem reivindicando há anos. O prefeito nada fez. Atacar o sindicato é sua arma para tentar esconder a própria incompetência”, declarou o presidente do Sintram.
Em entrevista concedida à RecordTV/Minas no último dia 20, Gleidson Azevedo afirmou que “sindicalista não serve pra nada, só serve para encher o saco”
Na Câmara, continua parado o Projeto de Lei 55/2023, através do qual o prefeito pede autorização ao Legislativo para renovar os contratos dos 111 agentes de saúde cujos vínculos vencem na semana que vem. A Comissão de Administração da Câmara já notificou o prefeito que o projeto é ilegal e não pode ser levado a plenário. O prefeito contestou e vai aguardar que o projeto seja colocado em votação.












