
A moradora do bairro Afonso Pena em Divinópolis, Roseane Pereira, diarista, de 50 anos, em entrevista na manhã desta terça-feira (18), ao MPA, falou sobre a sua dificuldade de fazer cirurgia ortopédica, após fraturar o tornozelo.
Segundo Roseane, ela fraturou o tornozelo na madrugada do dia 1º de julho, foi encaminhada ao Pronto Atendimento e lá, o médico detectou fratura no tornozelo, imobilizou o seu pé e a mandou para casa para ficar por 10 dias e depois retornar na policlínica.
Ainda de acordo com Roseane, quando ela retornou na policlínica em um novo raio x, ficou constatado que ela teria que fazer um procedimento cirúrgico. “Se eu estava com fratura pra que me mandaram para casa? Como fico com esse pé quebrado? Eu fiz um exame hoje, inclusive pago porque o exame saiu pelo SUS, porém, foi marcado somente para o dia 20 de agosto, mas como eu tinha um dinheiro reserva eu conseguir fazer esse exame hoje, para eu dá entrada no risco cirúrgico e levar para a UPA, para tentar fazer essa cirurgia o mais rápido possível. Mas, a minha perna está doendo, no domingo 16 de Julho, inclusive eu fui na UPA. O mínimo que eu podia ter era dignidade. Está ficando uma situação difícil, porque não é só eu que preciso de cirurgia ortopédica. Tem muitas pessoas em Divinópolis na mesma situação que a minha. O médico na policlínica falou que não está fácil conseguir cirurgia ortopédica aqui em Divinópolis”, explicou.
Acompanhe entrevista completa com Roseane Pereira:
A reportagem do MPA entrou em contato com as assessorias da Prefeitura e do Instituto Brasileiro de Políticas Públicas (IBRAPP), mas até o fechamento dessa reportagem, as assessorias não se posicionaram sobre o caso.












