A cantora Sandy, de 43 anos, compartilhou detalhes sobre sua decisão de manter a privacidade de seu filho Theo, fruto do relacionamento com o músico Lucas Lima, e os impactos dessa escolha na sua vida pessoal e profissional. Durante sua participação no programa Saia Justa, do canal GNT, ela explicou que, desde o nascimento do menino, optou por não expô-lo publicamente, uma decisão que enfrentou resistência e críticas de diversos setores, incluindo a opinião pública e a mídia.
Segundo Sandy, a pressão para revelar o filho foi constante, e ela chegou a questionar se essa postura poderia prejudicar sua carreira artística. Ela afirmou que, apesar das críticas e do hate que recebeu, ela e Lucas Lima permaneceram firmes na decisão de proteger a privacidade de Theo. A artista destacou que, mesmo após a separação, mantém o alinhamento com o ex-companheiro nesse aspecto, reforçando a importância de preservar a imagem do menino.
A cantora também refletiu sobre sua própria trajetória, marcada pelo crescimento sob os holofotes devido à sua origem familiar. Filha do cantor Xororó, Sandy cresceu diante das câmeras e revelou que não se recorda de um período em que não fosse reconhecida publicamente. Essa experiência a motivou a proporcionar ao filho uma infância diferente, com mais liberdade e privacidade. Ela afirmou que, por essa razão, Theo leva uma vida normal em Campinas, interior de São Paulo, onde reside com a família. Ela explicou que o menino frequenta espaços públicos, como shoppings, cinemas e clubes, e consegue sair com amigos sem ser reconhecido na maior parte do tempo, especialmente quando não está acompanhada da mãe. Sandy relatou que, quando alguém tenta tirar fotos de Theo, ela costuma pedir que não sejam postadas, chegando a solicitar a fotógrafos que apaguem imagens do filho, reforçando sua preocupação com a privacidade.
A artista também abordou suas dificuldades em recusar propostas profissionais. Ela admitiu que, no início de sua carreira, aceitava trabalhos por medo de perder oportunidades importantes, o que muitas vezes resultava em decisões que não traziam bons frutos. Sandy explicou que, com o tempo, aprendeu a exercitar o “músculo do não”, uma estratégia que a ajudou a evitar aceitar convites que poderiam comprometer sua integridade ou bem-estar. Sua mãe, Noely, foi uma das pessoas que a incentivou a analisar cuidadosamente os convites antes de rejeitá-los, sugerindo que ela ouvisse primeiro e avaliasse se valia a pena aceitar ou não.
Apesar de ter desenvolvido maior facilidade em recusar propostas profissionais, Sandy admitiu que, na vida pessoal, ainda encontra dificuldades para negar pedidos de amigos e familiares. Ela afirmou que sua empatia a torna sensível às necessidades dos outros, o que, por vezes, a leva a aceitar tarefas ou favores que, posteriormente, podem gerar dúvidas ou arrependimentos. Essa reflexão demonstra o esforço da artista em equilibrar sua vida profissional, pessoal e o desejo de proteger a privacidade de seu filho, mesmo diante das pressões externas.











