O Brasil está mantendo a trajetória de queda dos casos de
síndrome respiratória aguda grave. E a tendência é que continue
assim tanto no curto, quanto no longo prazo. No entanto, os
registros em crianças apresentam uma ascensão significativa em
diversos estados, desde o início de fevereiro. Os dados são do
boletim Infogripe da Fiocruz.
Até o início desse mês, o grupo com a maior incidência entre a população abaixo de 40 anos era o dos pequenos com menos de quatro anos de idade.
A síndrome é o agravamento das condições respiratórias provocada por diversas razões, mas principalmente por infecções virais. Por isso, o monitoramento destes casos também ajuda a prever tendências da pandemia de covid-19.
E de acordo com o coordenador do Infogripe, Marcelo Gomes, neste momento em que diversas medidas para conter o coronavírus estão sendo flexibilizadas, é preciso lembrar que muitas crianças não podem receber a imunização ou ainda precisam completar o esquema vacinal.
Apenas este ano foram notificados mais de 85 mil casos da síndrome e quase 60% deles já tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório. Nas quatro últimas semanas investigadas, entre os casos positivos, 87,4% foram provocados por coronavírus.
A análise mostra que nenhuma das 27 unidades federativas do país apresenta sinal de crescimento na tendência de longo prazo. Mas faz um alerta para quatro delas: Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo e Sergipe ,que ainda tem tendência de crescimento no curto prazo, conforme os dados das últimas 3 semanas.
As informações são da Agência Brasil.
Foto: divulgação/Freepik
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Postado originalmente por: Portal AMIRT














