Prefeitura assume que não fiscaliza pontes e viadutos com a frequência necessária

Postado em 26/04/2019 7:50

Ao longo deste mês, o Sistema MPA trouxe a série Risco Iminente, que mostra a situação de pontes e viadutos da cidade. Na reportagem de hoje, 26 você acompanha o que o município tem feito em relação a obras de manutenção e se há correções programadas, para os problemas expostos.

Com o objetivo de dar fluidez ao trânsito e locomoção aos pedestres, Divinópolis conta com cinco pontes e dois viadutos. Praticamente, em todos estes locais, existem irregularidades. São infiltrações, ferragens expostas, estrutura de apoio aos pedestres inadequadas. E por aí vai. O diretor de infraestrutura da prefeitura de Divinópolis Leonardo Gomes comentou que a fiscalização não é feita com a frequência que deveria.

E a estrutura é antiga e requer cuidados. A ponte mais velha da cidade é a Padre Libério no Niterói. Foi construída em 1939. A do Porto Velho também compete na idade. É de 1977. A ponte do bairro Danilo Passos é de 1990. A ponte Noé Bueno de 1991. O viaduto Francisco Machado Filho foi concluído um ano depois. Já a ponte que liga o Santa Clara ao bairro Manoel Valinhas é do ano de 2004. O viaduto da Castro Alves é o mais jovem, é de 2009 e segue bem conservado.

Infiltrações, ferragens expostas e corrosões. Esses são só alguns dos problemas que resvalam sobre pontes e viadutos. A Associação Brasileira de Normas Técnicas, ABNT, determina que são necessárias análises visuais uma vez por ano e, outra detalhada, a cada cinco anos. Porém, no último ano, nenhuma estrutura foi visitada por técnicos. O município reconhece a ausência das inspeções. Diante das irregularidades apresentadas ao longo da série, a prefeitura informou que vai iniciar a manutenção.

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