A TV Candidés recebeu reclamações de moradores de pontos diferentes da cidade sobre o mesmo assunto: corte de arvores que ameaçam cair sobre construções. Eles aguardam respostas da prefeitura. É o quadro voz da comunidade.
Para aumentar a segurança, o Juliano colocou concertinas e cerca elétrica. Mas na primeira chuva, um galho desse eucalipto do lote vizinho caiu e ele perdeu o investimento. A calha da academia também já precisou ser trocada duas vezes por transtornos causados pela mesma arvore. Além dos prejuízos financeiros, o risco da queda sob o imóvel é o que mais preocupa. Um problema que se arrasta por três anos.
Já no quintal do seu Antônio tem 17 árvores e duas já caíram sob a casa dele e do vizinho. Para tentar diminuir os riscos, ele chegou a amarrar cabos de aço para segurar, sobretudo, essa que está próxima a rede elétrica. Do lado de fora, uma outra árvore a beira de um córrego também corre sérios riscos de queda. O aposentado aguarda das autoridades uma autorização de poda.
Pela lei, é considerada árvore na condição de risco, aquela que prejudicar marquises; redes elétrica, de água e esgoto; ponto de ônibus; placas de sinalização ou que esteja em iminência de queda total ou parcial; ameaçando o patrimônio público ou privado. A legislação municipal afirma que para solicitar a poda, basta o cidadão ir ao setor de protocolo, com de identidade e o carnê de IPTU. O serviço deve ser executado em até 90 dias. No entanto, nestes dois casos não foi o que aconteceu.













