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INSS passa a avisar aposentados pelo WhatsApp sobre prova de vida e alerta para risco de golpes

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Especialista em Direito Previdenciário explica como funciona o novo sistema de notificação e orienta aposentados e pensionistas sobre cuidados para evitar fraudes

A utilização do WhatsApp pelo INSS para avisar aposentados e pensionistas sobre pendências na prova de vida acendeu um importante alerta entre segurados de todo o país. O tema foi destaque no quadro CAFÉ COM PREVIDÊNCIA, do programa Bom Dia Divinópolis, transmitido pela TV Candidés e Rádio Minas FM, em entrevista concedida pelo advogado André Rodrigues, especialista em Direito Previdenciário e professor da pós-graduação da PUC Minas, em Belo Horizonte.

Durante a entrevista, André Rodrigues explicou que a prova de vida continua sendo obrigatória, mas atualmente é realizada, na maioria dos casos, de forma automática, por meio do cruzamento de informações do cidadão em bases oficiais do governo, como vacinação, votação, emissão de documentos e utilização de aplicativos públicos. Segundo ele, as mensagens pelo WhatsApp estão sendo enviadas apenas para beneficiários cuja comprovação não foi identificada automaticamente pelo sistema.

O advogado também chamou atenção para o aumento no risco de golpes envolvendo aposentados e pensionistas. André destacou que o INSS não solicita senha, foto de cartão, código bancário, PIX ou qualquer pagamento pelo WhatsApp. A orientação é que o cidadão sempre verifique se a mensagem foi enviada pelo perfil oficial “Governo do Brasil” e desconfie de links desconhecidos ou mensagens com tom de urgência excessiva.

Ainda segundo André Rodrigues, a prova de vida pode ser feita pelo aplicativo Meu INSS, pelo Gov.br com reconhecimento facial ou presencialmente em instituições bancárias autorizadas. Ele reforçou que, em caso de dúvida, o aposentado deve buscar atendimento pelos canais oficiais do INSS ou ligar para o telefone 135. “Informação e cautela continuam sendo as principais ferramentas de proteção contra golpes”, destacou. VEJA ENTREVISTA: