São
60 auditores fiscais da receita estadual, além de Policiais Civis,
representantes do Ministério Público, dentre outros órgãos, nessa
operação contra sonegação e lavagem de dinheiro, que envolve o
empresário e Fundador da Ricardo
Eletro, Ricardo Nunes, além da filha dele, dentre outros
empresários.
Em conjunto, os empresários desviaram aproximadamente R$400 milhões
de sonegação fiscal em lavagem de dinheiro. Eles cobravam dos
consumidores, o ICMS de produtos, mas não repassava esse valor ao
Estado de Minas.
Ricardo Nunes já foi preso, ele estava em São Paulo. Ricardo usava
o nome da mãe e da filha para a sonegação. O Superintende
Regional da Secretaria de Fazenda de Contagem/MG, explicou que a
empresa já vinha emitindo as informações. “A empresa declarava o
débito que devia, mas não fazia o pagamento. Vale ressaltar que a
operação de lavagem de dinheiro é do Ministério Público de Minas, e
o papel da Secretaria de Fazenda é em relação ao tributo que não
era repassado ao Estado.
O
delegado da Polícia Civil de Minas, informou que a Polícia
instaurou o inquérito em 2018, e no desenrolar da investigação foi
constatado a lavagem de dinheiro. São 14 mandados de busca e
apreensão e 3 mandados de prisão. São três empresários da mesma
família envolvidos. Ricardo Nunes sendo um deles vai ser
encaminhado para Minas após ser preso em São Paulo. “A
empresa deixava de recolher o tributo, tinha faturamento, e as
empresas que estavam no nome de mãe, filha, e o patrimônio só
estava crescendo. Era uma forma de ocultação de bens, por isso
Ricardo Nunes, usava o nome da mãe e da filha.
A partir de agora, será feita a entrega do material recolhido (documentos, celulares, computadores), fazer análise, e buscar mais patrimônios. A reportagem tenta contato com a assessoria da Ricardo Eletro. A qualquer momento mais detalhes.















