Em
maio, agentes da Vigilância em Saúde Ambiental da Secretaria
Municipal de Saúde (Semusa), como parte de operação para prevenir a
propagação do mosquito transmissor da dengue, vedaram com tela 80
reservatórios de água de uso doméstico.
O
telamento de caixas de água que não tinham tampa própria ocorreu em
várias regiões, como: 11 na Central; 9 nos bairros Dona Rosa,
Mangabeiras, Interlagos, Santa Helena e Paraíso na região Sudeste;
36 nos Danilo Passos I, Halim Souki, Vila Romana, São João de Deus
II, São Luís, Espírito Santo e Niterói da região Nordeste; 14 nos
bairros Jardinópolis, Floresta e Realengo localizados na região
Sudoeste e ainda 10 nos bairros São Sebastião, Alvorada e Conjunto
Habitacional Osvaldo Machado Gontijo, que fazem parte da
Noroeste.
Entre
os imóveis visitados, os reservatórios de água foram vedados de
forma gratuita. A vedação é procedimento econômico cujo material
básico consiste em tela de proteção e arame
galvanizado.
Cuidado
básico
Ao
todo, a Vigilância Ambiental conta com mais de 100 agentes de
endemias que trabalham em pontos da cidade ‒ cada qual visita em
média 30 imóveis por dia. À medida que identificam reservatórios
descobertos ou recebem denúncias da comunidade, a vedação é
providenciada.
O
mosquito Aedes Aegypti pode reproduzir-se rotineiramente em caixas
d’ água descobertas, disse Juliano Cunha, supervisor-geral de
Vigilância Ambiental, durante advertência sobre como o vetor da
doença usa reservatórios que contêm maior quantidade de água para
desovar. “Caixas de água são recipientes propícios à proliferação
do Aedes aegypti quando descobertas”, disse. “Centenas de mosquitos
podem reproduzir-se, já que o ciclo reprodutivo da fêmea é semanal.
Portanto, os reservatórios devem ser vedados para evitar a
proliferação.”
Casos
de possíveis focos de mosquitos da dengue devem ser informados no
App Divinópolis ou na Vigilância Ambiental pelo telefone
3229-6822.














