
Como contrapartida a proposta pede aos profissionais para saírem de forma pacífica. O documento foi entregue nesta tarde, 21. Para ter validade é necessário que todos os mais de 70 comerciantes assinem. Durante a reunião ordinária da Câmara os representantes da categoria até chegaram a acenar positivamente para o acordo, mas o restante do grupo não concordou.
Para o líder do governo o vereador Eduardo Print Junior (SD) a resistência dos vendedores só complica ainda mais a situação. Pela segunda vez eles perderam na justiça. Na semana passada o juiz Dr Núbio Oliveira já havia indeferido o pedido de cancelamento da notificação extrajudicial. Ele ainda chegou a dizer que o tempo estabelecido pela prefeitura era “razoável”.
Nesta quinta-feira, 21 o recurso impetrado junto ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais também foi indeferido. A sentença foi assinada pelo desembargador Jusimar Biber. Ele conclui o documento da seguinte forma: “ No caso dos autos a só utilização da propriedade pública de uso comum por longo prazo não sustenta direito algum de permanência”.














