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MPE afirma que não houve abuso de poder e nem promoção eleitoral na CPI da Educação

CPI da Educação: Prefeitura faz pagamento antes da instalação dos brinquedos Play Balls
CPI da Educação: Prefeitura faz pagamento antes da instalação dos brinquedos Play Balls

Foi anunciado nesta quinta-feira (08/09), que o Ministério Público Eleitoral negou que houvesse indícios de abuso de poder ou uso da CPI para ganho eleitoral, em ação proposta pelo vereador Diego Espino (PSC), houve a alegação de desvirtuamento da CPI da Educação com a finalidade de influenciar o eleitorado e favorecer as candidaturas do presidente e a da relatora da referida Comissão Parlamentar, o que configuraria abuso de poder político e prática da conduta vedada prevista no art.73, incisos I e II da Lei 9.504, de 1997.

Após analisar os vídeos da reunião, o MPE além de negar as ações alegadas por Espino, ainda cita que “não há detalhes sobre as alegadas ‘forças ocultas’ que poderiam comprometer a CPI, em face das eleições”. 

O Procurador Regional Eleitoral, Eduardo Morato Fonseca, ainda destaca “considerando não haver elementos, ainda que de caráter indiciário, que apontem a utilização das dependências e atividades da Câmara de Divinópolis para promoção da candidatura dos investigados, a Procuradoria Regional Eleitoral informa que não tem interesse em assumir o polo ativo da ação”.

Manifestação MPE