
O Partido Novo decidiu liberar o ex-prefeito de Divinópolis, Gleidson Azevedo, para apoiar uma eventual candidatura do irmão, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), ao governo de Minas Gerais.
A decisão foi autorizada pelo presidente nacional da legenda, Eduardo Ribeiro, e ocorreu em meio ao período final da janela partidária. O principal motivo, segundo dirigentes, foi evitar a saída de Gleidson do partido e preservar a composição da chapa de candidatos a deputado federal.
Internamente, o ex-prefeito é considerado um dos nomes mais fortes do Novo em Minas Gerais e peça importante para alcançar o coeficiente eleitoral necessário para eleger representantes à Câmara dos Deputados. A avaliação é que, sem ele, o partido teria dificuldades para eleger parlamentares. Com sua permanência, a estimativa é de até quatro eleitos.
A direção nacional tratou o caso como uma exceção, levando em conta o vínculo familiar entre Gleidson e Cleitinho. No cenário estadual, o Novo mantém apoio à reeleição do governador Mateus Simões (PSD).
Além de Gleidson, o grupo de pré-candidatos a deputado federal pelo partido em Minas inclui nomes como Marco Antônio Costa, Braulio Lara, Bárbara Botega e Carlos Eduardo Amaral. Também há a possibilidade de retorno do ex-deputado Lucas Gonzalez.
Para a Assembleia Legislativa, o Novo projeta eleger até quatro deputados estaduais. A legenda conta com a tentativa de reeleição de Zé Laviola e Dr. Maurício. Também integram a chapa as vereadoras Fernanda Altoé e Marcela Trópia, além de Larissa Dias, que deve deixar o cargo em julho para disputar a eleição.














