Governo de Minas pretende investir R$ 71 milhões em 141 hospitais do estado

Postado em 26/03/2020 17:12

O Governo de Minas pretende investir R$ 71 milhões de reais em 141 hospitais do estado. Devido ao aumento da demanda previsto nas UPA’s de todo estado, o governo mineiro pretende liberar R$ 60 milhões no financiamento das estruturas. Para a atenção primária, o estado pretende liberar R$ 32 milhões para auxiliar os municípios.

De acordo com secretario estadual de saúde, Carlos Eduardo Amaral foi feito um levantamento dos leitos de UTI no estado, com a qualificação de mais 67 leitos. A Secretaria de Estado de Saúde pretende habilitar mais 21 leitos. Além disso, foi lançado o edital de emergência em saúde pública. Os consórcios intermunicipais de saúde serão habilitados para enfrentamento na emergência. O prazo para inscrição será até amanha, 27.

CORONAVÍRUS EM MG

Segundo o Estado, são 153 casos confirmados e 17.409 suspeitos em investigação. Devido ao crescimento das notificações, o Estado alegou que há uma grande sobrecarga na realização de exames que confirmam a infecção pela Covid-19. “Os kits tem chegado regularmente, mas tem dificuldades para responder a tempo. O que nos levou a ativar um plano de contingência laboratorial, envolvendo universidades e outras instituições públicas dessa forma fazer frente a taxa de ataque do coronavírus”, disse Dário Brock Ramalho, subsecretário de vigilância em saúde.

Em coletiva de imprensa, A Secretaria de Estado de Saúde disse que quanto mais rápido crescerem os casos, maior será dificuldade para atender a quantidade de doentes. O isolamento pretende achatar a curva incidência e permite que os serviços de saúde se preparem.

Sobre as críticas ao isolamento social, o Secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais disse que “o isolamento é fundamental. Não temos sinais ainda de que a medida está surtindo efeito. Sobre a queda econômica, assim que tivermos sinalizações, vamos reavaliar como será a situação. Esses riscos ainda existem ao voltar na normalidade. De um lado temos o risco econômico e por outro lado tem o risco sanitário. Esse último sempre deverá sempre ser pensado”, alertou Carlos Eduardo Amaral.

 

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