Galileu afirma que encerrou seu mandato com recursos em caixa e sustenta que a gestão seguinte recebeu verbas já encaminhadas por sua administração, contrariando a ideia de que o sucessor Gleidson Azevedo, assumiu sem condições financeiras.
O ex-prefeito também atribui à Caixa Econômica Federal parte das dificuldades enfrentadas no fim do governo. “Eu não deixei dívida para o Gleidson, deixei foi muito dinheiro. Passei obras já alinhadas com o Governo Federal, como o PAC Saneamento, que comecei e ele concluiu. O dinheiro está na Caixa, basta dar andamento para receber”, afirmou. Ele também criticou declarações de que a prefeitura teria sido entregue com cerca de R$ 70 milhões em dívidas.
Galileu argumenta que muitos dos débitos citados eram compromissos de longo prazo, comuns na administração pública, e não indicavam colapso financeiro.
A declaração intensifica o embate com Gleidson Azevedo, ao questionar um dos pilares de seu discurso: o de que teria assumido a prefeitura em cenário crítico. Com isso, Galileu tenta reposicionar sua gestão como responsável por deixar recursos, receitas e projetos estruturados para continuidade. OUÇA ENTREVISTA COM GALILEU:













