O mês de abril é marcado pela conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), tema cada vez mais presente na sociedade. Apesar do avanço das informações, o diagnóstico em adultos ainda é um desafio e levanta debates sobre as diferenças em relação à identificação precoce, ainda na infância.
Algumas histórias mostram como o momento do diagnóstico pode impactar a vida. Tatá, por exemplo, descobriu que é autista apenas aos 23 anos. Já Vitor teve o diagnóstico ainda criança, após a percepção dos pais.
Mesmo com o mesmo laudo, as experiências são diferentes. Especialistas apontam que o diagnóstico tardio exige uma abordagem individualizada e pode transformar a forma como a pessoa entende o mundo e a si mesma.
Em comum, Tatá e Vitor encontraram na arte uma forma de expressão. Tatá, que também é conhecido como Thales, atua como ator e relata as dificuldades enfrentadas no mercado de trabalho. Já Vitor se dedica às esculturas de papel, ministra oficinas de origami e se prepara para lançar, nos próximos dias, seu segundo livro.
A conscientização reforça que o diagnóstico é importante em qualquer fase da vida. Mesmo na idade adulta, identificar o autismo pode ajudar na compreensão de características, singularidades e desafios que sempre estiveram presentes, contribuindo para mais qualidade de vida e inclusão.
















