Os servidores da educação, da saúde e da segurança do Estado de Minas Gerais lotaram, nesta quinta-feira, 29, as galerias da Assembléia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Eles estavam ali para pressionar o governo Romeu Zema (Novo) por um reajuste salarial. Estava na pauta de votação em 2° turno a proposta de revisão salarial de 12,84%, retroativo a 1° de janeiro de 2023, para o magistério público.
A saúde e a segurança pública reivindicam a extensão dos 12,84% às carreiras. Quando o texto passou pela Comissão de Administração Pública, sete emendas propostas para incluir as demais categorias entre os contemplados pela proposta feita por Zema aos servidores da educação foram rejeitadas. A situação e a oposição ao governo Zema tentam construir um acordo para destravar a pauta de votação da ALMG.
Durante entrevista o deputado estadual Eduardo Azevedo se posicionou favorável ao reajuste, mas disse que o impasse prejudicou um projeto importante. Segundo ele com a pauta travada os deputados deixaram de votar a proposta de repasse de recursos atrasados de governos anteriores aos municípios. Como o prazo se encerra nessa semana o montante vai retornar aos cofres da União.











