
Nesta quinta-feira (22), completa dois meses que o médico divinopolitano Vinícius Soares Garcia, de 31 anos, foi morto em Belo Horizonte. Vinícius foi assassinado com aproximadamente 29 golpes de faca, no apartamento dele, localizado na Avenida Augusto de Lima. O caso aconteceu no dia 22 de abril deste ano.
O suspeito de cometer o crime é o chefe de cozinha, Victor Dornas Ribas, de 30 anos, que inclusive na época do crime, foi localizado e levado ao sistema prisional no Mangabeiras.
Sobre posicionamento da irmã de Vinícius dias após o crime:
Em uma entrevista concedida ao MPA, publicada no dia 30 de abril, a irmã de Vinícius que mora em Divinópolis contestou a versão que o suspeito tinha apresentado ao ser preso. Ângela Soares Garcia, afirmou que infelizmente o seu irmão Vinícius encontrou uma pessoa, em que ele acreditava ser boa. “O meu irmão tinha marcado o dia 26 de abril, de está em Divinópolis para apresentar o Victor Dornas, para os meus pais. Ele achava que o Victor era bom, mas na verdade ele não era uma pessoa bacana. O Victor esfaqueou o meu irmão nas costas, no pescoço e no peito. Ele sai da casa do meu irmão às 4h20 da manhã após o crime, passa no psiquiatra pega o laudo que ele tem o surto, depois acontece uma ligação a noite para a central da Polícia informando a possibilidade do meu irmão está morto. A Polícia chega no prédio. A síndica desce para autorizar a entrada da Polícia e quando os militares chegam próximo da porta do apartamento, eles viram o sangue do meu irmão. Nenhum morador ouviu nada”, explicou a irmã. Ouça entrevista da irmã do médico na época do crime:
O MPA entrou em contato nesta quinta-feira (22), com a irmã de Vinícius, mas até o fechamento dessa reportagem ela não havia se pronunciado. Porém, o MPA entrou em contato com a Polícia Civil para saber sobre o andamento do inquérito que foi aberto para apurar este caso.
Em nota a Polícia Civil, afirmou que o inquérito já foi finalizado e encaminhado à Justiça. Veja nota na íntegra da Polícia Civil: “Sobre o homicídio registrado no último vinte e dois de abril , na Avenida Augusto de Lima, no Centro da capital mineira, a Polícia Civil de Minas Gerais informa que o inquérito foi concluído e relatado à justiça, a qual é a fonte para mais detalhes”, relatou a PC em nota.
O MPA entrou em contato também com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), e em nota o Tribunal informou “que encaminhou os questionamentos do MPA para a assessoria de imprensa do Fórum de BH. Porém, até o fechamento dessa reportagem, não houve também nenhuma resposta por meio do Fórum”.
Assim que houver novidades sobre o inquérito, o MPA divulgará.












