O
CIS-URG Oeste por meio do Núcleo de Educação Permanente (NEP) e em
parceria com a Boheringer realizou ontem, 17, a capacitação
“Atendimento Inicial ao Paciente com Suspeita de AVC”.
O
treinamento teve como objetivo consolidar a “Linha de Cuidado do
AVC”, e promover a sensibilização e educação continuada com o
tema.
A
capacitação ministrada pelo neurologista e chefe do Serviço de
Neurologia Vascular do Hospital das Clínicas da Faculdade de
Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP) Octávio Marques Pontes Neto,
foi realizada de forma remota, e dividida em dois momentos.
O primeiro
foi aberto a todos os profissionais da macrorregião oeste, e o
segundo foi voltado para os profissionais da Regulação do SAMU, da
Regulação Estadual do SUSFácil, dos hospitais São Judas Tadeu, do
município de Oliveira, Manoel Gonçalves de Itaúna e do Complexo de
Saúde São João de Deus.
O
secretário executivo do CIS-URG Oeste, José Marcio Zanardi reforça
que o AVC é responsável por cerca de 100 mil mortes anualmente no
Brasil, se tornando a terceira maior causa de óbitos no país, e a
primeira de casos de invalidez. Segundo José Marcio a
capacitação faz parte da construção da Rede AVC na macrorregião
oeste, que trará diversos avanços para a saúde pública.
“Nós
estamos sempre em busca do fortalecimento do SUS na região, e de
proporcionar a cada um atendimento melhor à população. A Rede AVC
veio para somar, para otimizar a assistência dos pacientes vítimas
de Acidente Vascular Cerebral”, ressalta.
De
acordo com o diretor técnico do CIS-URG Oeste, Marco Aurélio Lobão,
o treinamento tem o propósito de estreitar a relação entre os
hospitais e os serviços que vão prestar os cuidados dentro da Rede
do AVC. Lobão enfatiza a
importância desta ação, pois se o tratamento aos pacientes de AVC
for instituído no tempo correto, aumentam as possibilidades de
recuperação imediata do paciente.
“Por
isso a importância da disseminação de conhecimento sobre o tema. É
necessário que todo cidadão saiba reconhecer uma suspeita de AVC, e
imediatamente acionar o SAMU, para que o paciente receba a melhor
ação coordenada para o tratamento adequado. Queremos estreitar a
relação entre os serviços pré-hospitalares de assistência à saúde e
os hospitais, permitindo conduzir o paciente para o local certo, no
tempo certo, para receber o tratamento adequado, reduzindo sequelas
e mortes”, conclui.















