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Entrevista Exclusiva: Prefeito aponta quais os principais desafios nos primeiros 100 dias de Governo

Postado em 09/04/2021 11:33

O prefeito de Divinópolis, Gleidson Azevedo, participou na manhã desta sexta-feira (09/04), do Programa Bom Dia Divinópolis. Na ocasião, ele fez um balanço dos 100 primeiros dias do seu Governo e falou sobre diversos temas.

Dentre os assuntos, ele falou sobre o Slogan da sua campanha “Vou fazer funcionar o que não funcionou”. Segundo o Prefeito, o bordão de “100 dias de Governo” é politicagem, considerando que Divinópolis já está há 30 anos abandonada e resolver tudo em 100 dias é impossível. “Na época da campanha eu disse que meu Governo seria de transparência, e que levaria dignidade para o povo que mais precisa, fazendo uma gestão de fora para dentro e fazer funcionar o que realmente não funciona”, explicou.

Ainda de acordo com Gleidson Azevedo, nesses 100 dias de Governo, a Prefeitura de Divinópolis, vai quebrar o contrato com a empresa Irmãos Teixeira, por ser uma “concessão que está dentro da Rodoviária que nem capacidade de pagar tem”. 

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Já sobre a Copasa e o Consórcio Transoeste, segundo Gleidson, as empresas são heranças malditas que ele vai ter que conviver durante os 4 anos. Porém, até onde ele puder fazer as empresas cumprirem contrato, ele vai fazer.

“Na história de Divinópolis, eu entrando na Prefeitura, acabei com mais de 100 cargos comissionados. Eu acabei com o uso do carro que eu podia usufruir no meu Governo. Nunca na história da Prefeitura, o eleitor teve contato direto com a Prefeitura. Toda população que me chama na Prefeitura ou também por telefone é atendida. O que Divinópolis nunca teve foi Prefeito. Na Lajinha que é um bairro abandonado em Divinópolis, para os políticos que passaram pela Prefeitura, aquele bairro era um “bairro de bandido”. Tem uma rua lá que em 40 dias do meu Governo, nós calçamos a rua inteira. Hoje, o bairro Copacabana, por exemplo, tem a entrada, sendo que antes não tinha a entrada que dá acesso ao bairro. Essas obras que estão acontecendo é sem nenhum centavo da Prefeitura”, explicou.

Veja entrevista na íntegra:

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