Uma mulher de 22 anos foi presa em flagrante, na segunda-feira (26), suspeita de extorquir um homem de 42 anos ao exigir dinheiro para interromper uma suposta gravidez. A prisão ocorreu em uma lanchonete localizada no bairro Jardim Atlântico, na região da Pampulha, em Belo Horizonte. Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), a investigada já havia recebido R$ 11 mil da vítima e teria cobrado outros R$ 30 mil durante o encontro que foi acompanhado por policiais.
Conforme as informações divulgadas pela Polícia Civil, a mulher procurou o homem depois de um encontro entre os dois, ocorrido em junho deste ano. Na ocasião, ela teria afirmado que estava grávida. O homem, segundo a investigação, manifestou disposição para assumir a paternidade, mas a suspeita teria passado a exigir valores para que a gestação fosse interrompida.
A primeira cobrança teria sido paga pelo homem antes da prisão. De acordo com a PCMG, ele chegou a pedir dinheiro emprestado para conseguir atender à exigência inicial e entregou R$ 11 mil à investigada. Mesmo após o recebimento desse valor, a mulher teria marcado um novo encontro e solicitado uma quantia adicional de R$ 30 mil.
O encontro foi agendado para uma lanchonete no bairro Jardim Atlântico, na região da Pampulha. A Polícia Civil já havia sido comunicada sobre o caso e acompanhava a reunião por meio de uma equipe da 2ª Delegacia de Polícia Civil de Venda Nova. A atuação ocorreu antes que a nova cobrança fosse concluída.
No local, conforme o relato policial, a mulher reiterou presencialmente a exigência de pagamento. Depois da abordagem realizada pelos agentes, ela recebeu voz de prisão em flagrante. Celulares também foram apreendidos durante a ação e deverão ser analisados no decorrer da investigação.
A suspeita foi detida no momento em que, segundo a polícia, cobrava os R$ 30 mil da vítima. O caso continua sendo investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais, que busca esclarecer as circunstâncias da suposta extorsão, a dinâmica dos pagamentos e os demais elementos relacionados à alegação de gravidez e à exigência de dinheiro para a interrupção da gestação.
Até o momento, as informações divulgadas indicam que a investigação se baseia na cobrança dos valores e no encontro monitorado pelos policiais. A prisão ocorreu depois que a exigência foi repetida diretamente à vítima, permitindo a intervenção da equipe da 2ª Delegacia de Polícia Civil de Venda Nova.
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