Polícia investiga diretoria do Cruzeiro por indícios de pagamentos suspeitos, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro

Postado em 27/05/2019 0:16

Mais de meio bilhão de reais em dívidas. Apesar de títulos recentes, como as últimas duas edições da Copa do Brasil, aumento na quantidade de credores. A história do Cruzeiro no primeiro ano de mandato do presidente Wagner Pires de Sá seria parecida com a de outros clubes brasileiros, se não estivesse a administração comprometida por indícios de irregularidades.

A Polícia Civil de Minas Gerais instaurou inquérito para apurar denúncias sobre falsificação de documento particular, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Os investigadores já ouviram 15 pessoas, todas elas relacionadas de alguma forma com o Cruzeiro – entre funcionários e ex-funcionários, dirigentes e prestadores de serviços que realizaram transações com o clube.

Procurado, o Cruzeiro se recusou a gravar entrevista em vídeo, mas respondeu por escrito. No início da noite deste domingo, antes da veiculação da reportagem no Fantástico, o presidente Wagner Pires de Sá emitiu nota oficial (leia a íntegra ao fim desta reportagem) na qual diz que um pequeno grupo da oposição do clube está “plantando notícias junto a alguns profissionais da mídia nacional”.

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