A unisensorialidade auditiva do rádio o torna um veículo
peculiar pelo seu enorme potencial para a interatividade e a
imaginação.
Ele se aproxima do público pela coloquialidade, pela regionalização cultural e pela emoção traduzidas principalmente na performance vocal dos locutores. A voz é o principal elemento da linguagem radiofônica.
Acompanhada pela música, efeitos sonoros e até mesmo pelo silêncio, eles tecem narrativas que despertam a atenção do ouvinte.
Desta forma, o rádio exerce um fascínio especial e tem grande importância na vida das pessoas cegas ou com baixa visão.
O rádio é uma ferramenta de formação cidadã e inclusão social para pessoas com deficiência visual.
Ao longo de sua história, o rádio foi instrumento de educação e continua sendo um meio bastante utilizado em ações formativas de indivíduos ou grupos socialmente vulneráveis.
É umas das principais fontes de informação sobre o que acontece na sociedade, muitas vezes porque as pessoas com deficiência visual não dispõem de outro veículo que atenda tão bem as suas necessidades.
O rádio é companheiro e conecta o ouvinte a vozes familiares que sempre estarão por perto.
É a diferença entre “ter o mundo ou não ter.”
As informações são da Agência Brasil.
O post Cem anos do rádio no Brasil: rádio para cegos apareceu primeiro em Portal Amirt.
Postado originalmente por: Portal AMIRT














