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Rascunhos da Vida: Valor do Ser!

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Retirado de Arquivo Pessoal

Uma coisa eu aprendi com minha mãe que fazem parte da minha vida e de minha esposa: o não apego ao que é material.

Lucas 7.36-50

Retirado de Arquivo Pessoal

Sempre que possível doamos coisas que não mais precisamos e que ainda tem qualidade para ser usada. Se não serve para mim, pois vejo que está ruim prefiro descartar.

Algumas pouquíssimas vezes vendemos algo que não nos servia mais, mas quando fizemos foi para substituição daquele objeto por outro. Banquetas por cadeiras, móvel de madeira por prateleira, etc.

Essa mulher pecadora citada por Lucas era muito conhecida na cidade. Imagino uma mulher atraente de cabelos pela cintura (senão seria difícil enxugar os pés de Jesus).

Ela leva consigo um vaso de alabastro (antes de entender um pouquinho de grego e interpretação coerente do português achava que se tratava do conteúdo, mas “alabastro” é o vaso) cheio de unguento precioso com o qual ungia os pés de Cristo.

Suas lágrimas rolavam por sua face, agora com alegria e com frescor na alma, mas outrora rolaram provavelmente no exercício de sua profissão (a palavra em grego dá a ideia de alguém pecador por voluntariedade absoluta, talvez uma prostituta de grande valor).

Sim, para ela, o que conquistou através de duras humilhações, constrangimentos, dores físicas e privações não tinha valor. Mas era para ela valoroso o arrependimento e promessa de salvação.

Pense nisso: Onde está o seu coração? Onde está apegado o seu amor? Não é pecado vender o que temos ou fazer negociações com lucro (não usura). Mas o local onde depositamos nosso coração determina nossas ações.

Um grande e forte abraço.
Nos eternos e fraternos laços do amor de Cristo.

Rodrigo Fonseca Andrade
Um servo que aprendeu e repassa o valor do “SER” e não das “COISAS”.

P.S: Feliz aniversário Mamãe!

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