Finanças: Veja as 4 MELHORES CRIPTOS para 2022 - Portal MPA

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Finanças: Veja as 4 MELHORES CRIPTOS para 2022

Postado em 04/12/2021 10:00

O mercado de criptoativos hoje já é muito maior que o Bitcoin. Talvez, em números absolutos, não seja tanto ainda, mas isso é mais um sinal de oportunidade. Vem comigo que eu vou te mostrar o que quero dizer.

Hoje, o mercado de criptoativos conta com mais de 15 mil projetos diferentes! No entanto, isso não significa que são mais de 15 mil oportunidades de ganhar dinheiro no longo prazo, ou mais de 15 mil projetos que vão revolucionar algum mercado.

Fonte: coinmarketcap

Eu diria que menos de 1% desses projetos pode ter algum sucesso. Porém, mesmo nesse cenário de absoluta minoria para os projetos idôneos e com boas propostas, o Bitcoin é apenas uma dessas peças.

Não estou falando que você não deve comprar Bitcoin (BTC). Muito pelo contrário, acredito que qualquer carteira diversificada de criptoativos que se preze deve ter Bitcoin.

O que quero dizer aqui é que eu não faria você ler essa news com as 4 melhores criptos para lhe mostrar o óbvio, ou seja, informações que você consegue encontrar em qualquer lugar.

Então, na verdade, para continuarmos essa leitura e irmos direto ao ponto, vamos renomear aqui, no “cá entre nós”, essa news como: “As 4 melhores criptos, além do Bitcoin, para você comprar agora”. BTC é obrigação.

Vamos ao que interessa.

O que define um bom projeto de cripto?

Antes de irmos direto ao ponto, vamos entender como separar “o joio do trigo”. Dentre esses quase 15 mil projetos existentes, sempre terão projetos ruins ou, pior, projetos que são um golpe com uma narrativa bonita para sumir com seu dinheiro.

E como separar os projetos bons daqueles que são golpes?

Veja algumas perguntas que eu faço e busco responder a mim mesmo no meu processo de análise preliminar de um criptoativo:

  1. O que esse projeto se propõe a fazer?
  2. Essa solução realmente precisa de blockchain ou descentralização?
  3. Ela substitui e/ou melhora algo que já existe? Ou traz algo inovador que não existe ainda?
  4. Caso as 2 anteriores sejam positivas: o roadmap está bem desenhado para ter sucesso nessa disrupção?
  5. Qual é a taxa de emissão e distribuição dessa moeda?
  6. Qual é o mecanismo de consenso? É descentralizado?
  7. Quem são os responsáveis e quanto % dos ativos emitidos estão em sua posse?
  8. O token/ativo se insere bem no ecossistema proposto?
  9. Existe fonte de demanda recorrente e crescente?
  10. Existe algum mecanismo que incentive o hold por parte dos integrantes do ecossistema? Esse incentivo, caso exista, é saudável para a economia do projeto?
  11. Quais são os concorrentes?
  12. Os concorrentes têm algum dos quesitos anteriores melhor do que este?
  13. Quem são as pessoas responsáveis pelo desenvolvimento e pela gestão do ativo?
  14. Tem mais caixa para marketing ou para desenvolvimento?

Essas são só algumas perguntas que temos que fazer no primeiro momento em que olhamos para um criptoativo que, até então, não conhecíamos.

Cada uma dessas perguntas se destrincha em várias outras, que requerem uma análise aprofundada e demandam algumas boas horas de pesquisa e estudo.

Eu não quero ensinar você a fazer isso, até porque não quero que seja muito longo nem quero tomar seu tempo para que, ao final dele, você não tenha nenhuma boa ideia de investimento.

O que eu quero aqui é lhe trazer 4 soluções (4 ativos) que passaram por todo esse processo de análise e se mostraram bons ativos, tanto do ponto de vista subjetivo quanto objetivo, e têm um excelente potencial de crescimento. E, acima de tudo, estão em um bom momento de compra – assim, logo depois que você terminar de ler, pode apertar alt+F4 no seu teclado e ir direto para o navegador realizar a compra.

Mas chega de enrolação. Vamos aos ativos!

Além do bitcoin, enxergamos potencial em quatro criptos para você ganhar dinheiro. Fonte: Reprodução

1. Ethereum (ETH)

O primeiro ativo que é quase obrigatório de se ter agora, e pensando em 2022, é a Ethereum (ETH).

A Ethereum foi a responsável por tirar a blockchain, tecnologia que torna possível as transações descentralizadas do Bitcoin, do ambiente puramente financeiro.

A blockchain foi desenvolvida apenas para o Bitcoin e foi seu primeiro caso real de uso. No entanto, o jovem Vitalik Buterin viu uma utilidade muito maior naquela tecnologia de registro: e se a descentralização pudesse permear outros ambientes que não só o de trocas financeiras?

E se fosse possível a criação de aplicativos descentralizados ou jogos descentralizados?

Indo além: e se fosse possível criar mundos virtuais em que cada terra ou objeto fosse um registro criado em blockchain e fosse possível comprovar a posse e negociar da mesma forma?

Esse ambiente todo, de forma descentralizada e transparente, acontece devido à blockchain e à aplicação dos smart contracts, que são contratos programados e autoexecutáveis em código.

De forma simplificada, esses contratos são as bases para a criação de aplicações descentralizadas sob a segura tecnologia da Ethereum. Até moedas digitais, com ou sem lastro, podem ser criadas na Ethereum.

O projeto foi criado em 2015 e, desde então, mais de 2800 aplicações já foram criadas utilizando sua tecnologia.

Quantidade de Aplicações criadas na Ethereum. Fonte: State of Dapps

A Ethereum atrai muitos desenvolvedores para a criação de aplicativos descentralizados por ser altamente confiável e ter uma linguagem de programação acessível para os smart contracts: a solidity.

No entanto, a Ethereum tem alguns problemas para serem resolvidos. O principal problema da Ethereum no momento é pouco escalável, isto é, ela consegue processar uma baixa quantidade de transações por segundo (cerca de 14 tps). Isso é prejudicial porque, em alguns momentos, há picos de taxa na rede.

Uma medida paliativa para a taxa foi tomada em agosto de 2021, criando-se uma taxa base que seria queimada. Isso tornou o ETH, moeda corrente da Ethereum, muito mais escasso. Em certos momentos, o ativo chega a se tornar deflacionário.

Porém, a grande expectativa para a Ethereum está em um evento que é chamado de “Ethereum 2.0” ou “the merge”.

A blokchain da Ethereum utiliza o mesmo mecanismo de consenso que o do Bitcoin: o proof of work, ou prova de trabalho. Esse evento, grosso modo, mudará esse elemento para “proof of stake”, ou prova de participação, além de algumas implementações de melhorias e mudanças na blockchain.

O resultado esperado é uma rede mais descentralizada e mais escalável. A projeção é que o TPS suba para, aproximadamente, 100.000 transações por segundo.

O evento está previsto para acontecer entre o primeiro e segundo semestre de 2022 e deverá trazer muito mais usabilidade para a Ethereum.

Essa pode ser uma das grandes oportunidades do ano de 2022, por ser um evento tão esperado e que poderá consolidar a Ethereum como a maior plataforma de smart contracts do mercado, de forma quase definitiva.

2. Avalanche (AVAX)

No ano de 2021, a Ethereum teve grandes competidoras no segmento de plataformas de smart contracts. Dentre elas, o grande destaque foi a Solana, que entrega uma TPS de 200 mil.

A Solana resolve o problema de aplicativos descentralizados que precisam de uma frequência maior. A grande questão é que a descentralização é algo relativo dentro da Solana, devido à forma como a sua blockchain é arquitetada.

Descentralização é sinônimo de segurança e autonomia para os desenvolvedores e usuários de apps de blockchain.

Por isso, uma das minhas grandes apostas em termos de crescimento em 2022 é a Avalanche, uma rede que seria como a 3ª via das plataformas que, a meu ver, tem pontos que podem torná-la tão relevante quanto a Solana – se não mais – em termos de adoção.

O primeiro ponto é a descentralização, uma vez que a Avalanche tem menos tempo de vida que a Solana e, atualmente, conta com mais validadores do que a primeira rede.

Além disso, a eficiência da rede em realizar transações na Avalanche é superior. Pela ótica do TPS, a Solana parece ser superior, por aguentar mais de 50 mil transações por segundo, enquanto a Avalanche processa cerca de 4500. No entanto, o tempo de realização das transações da Avalanche é próximo a 1s, enquanto na Solana esse tempo médio gira em torno de 12s.

6,94 bilhões de dólares já foram transferidos da Ethereum para a Avalanche.‌ ‌Fonte: avascan.info‌ ‌

A Avalanche tem outras duas grandes vantagens que, na minha opinião, farão com que ela seja uma potencial grande rede, muito maior do que já é.

A primeira é que existem 3 sub-redes da Avalanche: X, P e C. Cada uma dessas tem características e usabilidades próprias, o que evita o congestionamento das redes. Também  é possível criar sub-redes personalizadas na Avalanche, o que pode trazer essa usabilidade para empresas e organizações que quiserem uma blockchain com características e parâmetros próprios, de forma simples e barata, e com a segurança da Avalanche.

Além disso, a última característica que pode trazer uma  vantagem competitiva a longo prazo com a Solana é a compatibilidade que existe entre a Avalanche e a máquina virtual da Ethereum. Isso facilita a migração de projetos da Ethereum para operarem também (ou apenas) na Avalanche.

Por fim, entrando nos aspectos econômicos do token AVAX, moeda nativa da rede Avalanche, ela apresenta um máximo de emissão. A sua emissão foi 50% feita no lançamento, e a outra metade é utilizada para remuneração dos validadores. As taxas de transação, pagas em AVAX, são queimadas, ou seja, aqueles tokens deixam de existir.

A AVAX é programada para apresentar escassez de acordo com o crescimento da rede, o que acredito que acontecerá de forma progressiva e paralela a Ethereum e Solana. Portanto, julgo um ativo essencial na composição de uma carteira de criptoativos para qualquer janela de prazo (curto, médio ou longo prazo).

É provável que, a longo prazo, não exista uma única plataforma de blockchain que atenda a todas as demandas e, em vista disso, a flexibilidade de adaptação de parâmetros para servir a aplicações específicas juntamente com todos os aspectos citados acima fazem a Avalanche ser uma potencial grande competidora nesse mercado.

Postado originalmente por: Nord Research

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Autor do blog: Nord Research

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