A Secretaria Municipal de Saúde se posicionou hoje sobre a polêmica envolvendo a UPA Padre Roberto. O fato citado pela família como negligência. O município atribuiu as responsabilidades ao estado.
Uma sindicância foi instaurada pela Secretaria Municipal de Saúde para apurar o ocorrido com Maria do Rosário. Caso sejam constatadas irregularidades, o Conselho Regional de Medicina será acionado.
Maria do Rosário da Silva tinha 57 anos. Ela procurou a UPA de Divinópolis no dia 19 de junho com problemas respiratórios. Na ocasião, ela foi medicada e fez alguns exames, mas segundo a família, o atendimento foi inadequado. Ela morreu no dia 16 de julho em um hospital de Arcos.
Na Santa Casa de Arcos refizeram o exame para covid e o segundo resultado foi positivo. A UPA disse que seguiu o protocolo recomendado. Um relatório da santa casa afirma ainda que a unidade não foi consultada sobre a transferência e que a paciente não podia ter sido levada em uma ambulância comum, sem médicos. O secretário afirma que a responsabilidade é da central de regulação do SusFácil, órgão do governo do Estado.
Ainda de acordo com a família, Maria do Rosário teria ficado quatro dias no corredor da UPA, aguardando uma vaga. A prefeitura também disse que a responsabilidade é do estado.
O Sistema MPA procurou a IBDS, gestora da UPA e a Secretária Estadual de Saúde, responsável pelo SusFácil, mas ainda não houve respostas.











