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Família de mulher internada na UPA relata dificuldades na transferência de paciente em Divinópolis

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Maria do Rosário da Silva tinha 57 anos. Ela procurou a UPA de Divinópolis no dia 19 de junho com problemas respiratórios. Na ocasião ela foi medicada e fez alguns exames, mas segundo a família, o atendimento recebido pela Maria do Rosário foi inadequado. Ela acabou morrendo no dia 16 de julho em um hospital na cidade de Arcos.

Os filhos da Maria do Rosário pagaram por contra própria um médico cardiologista. Ele fez a avaliação do coração, que estava saudável, mas o pulmão estava comprometido. A família procurou a Defensoria Pública e obteve uma liminar para transferir a paciente. A vaga foi disponibilizada no dia 29 de julho na Santa Casa de Arcos.

No hospital de arcos refizeram o exame para covid e o segundo resultado foi positivo. Segundo o relatório médico divulgado pela família, a paciente apresenta saturação de oxigênio de 86%. Ela deveria ser submetida à hemodiálise após uma infecção urinária. Os familiares consideram que houve falhas por parte da UPA no tratamento e no diagnóstico de Maria do Rosário.