A equipe técnica da prefeitura apresentou na manhã desta sexta-feira, 16 diversos esclarecimentos sobre a implantação do Aterro Sanitário em Divinópolis. Os moradores da região iniciaram em julho um movimento de abaixo assinado e manifestações, para cobrar da administração municipal explicações sobre o projeto.
Durante entrevista o procurador do município, Digo Vieira e o assessor especial do prefeito, Fernando Henrique, disseram que a iniciativa de encabeçar o Consórcio Intermunicipal Multifinalitário do Centro-Oeste Mineiro (Cias) foi para atender uma solicitação do Ministério Público. De acordo com o MP algumas cidades menores não possuem viabilidade financeira para solucionar o problema sozinho, esse apoio de visão regional é o caminho mais eficiente.
O consorcio engloba mais de 30 cidades, entre elas Divinópolis, que gera mais de 170 toneladas de lixo por dia. Esse volume é outro ponto citado pela equipe técnica da prefeitura. Como o município é o maior gerador de resíduos, a instalação do Aterro Sanitário na cidade deixará o custo mais baixo para população de Divinópolis.
Fernando afirmou que sem o custo do transporte de lixo para outro município, o valor pago para limpeza urbana na conta do IPTU será suficiente para arcar com os custos. Desta forma não será necessário a criação de nenhuma taxa para população. Ele ainda enfatizou que esse valor pago a vista no IPTU poderá ser dividido em até 12 meses.
Outro ponto polêmico é o local para instalação da Unidade de Valorização de Resíduos. O controlador de Divinópolis disse que o executivo fez a indicação do Complexo da Ferradura, pois é área que tem o zoneamento adequado para receber empreendimento, porém a analise de viabilidade e autorizações ambientais são de responsabilidade dos órgãos competentes que são vinculados ao Estado.















