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Cerca de 80% das empresas em Divinópolis aderiram à medida provisória do governo que reduz salários e carga horária

Postado em 02/10/2020 16:03

O país vive um dos piores momentos, tanto na saúde quanto na área econômica. A geração de empregos tem sido baixa de comparada a outras épocas. Como forma de manter os empregos, a jornada e carga horário de muitos trabalhadores foram reduzidas e o governo federal criou um “benefício” que é acrescido aos salários, mas existem regras que devem ser cumpridas enquanto vigorar a lei.

É desde março que estamos vivendo em tempos de pandemia. A doença causada pelo coronavírus não impacta somente o setor da saúde. A economia de todo um país pode ser comprometida. Como uma forma de resguardar as atividades profissionais, o governo federal criou o benefício emergencial de preservação do emprego e da renda, o bem. Na prática, o são reduzidas a jornada e os salários e o governo acrescenta o restante do pagamento do funcionário.

Só nessa empresa que presta serviços de gerenciamento de software para empresas de contabilidade, são feitos, em média, de 100 a 150 atendimentos voltados somente ao cadastro na plataforma do programa de benefício emergencial de preservação do emprego e da renda. Essa analista de sistemas explica que há regras a serem seguidas por parte do empregado e do empregador, principalmente se houver demissão.

Sancionada pelo governo federal em primeiro de abril. Em julho, foi criada a lei 14.020, que sucede a medida provisória e garante a estabilidade nos empregos enquanto durar a pandemia. Em Divinópolis, estima-se que 80 % das empresas tenham feito a adesão. A redação antiga da medida provisória prorrogava o acordo por 90 ou 60 dias respectivamente, a partir de agora, com a lei, esses contratos podem ser prorrogados por iniciativa do governo federal.

Durante o ápice da pandemia em Divinópolis, de acordo com um levantamento feito pelo Sincomércio, a cidade perdeu 2.717 postos de trabalho nos primeiros seis meses de 2020. O comércio foi um dos setores que mais sofreu. No primeiro semestre 1194 vagas foram perdidas. O setor de serviços também fechou com saldo negativo de 467 vagas. Para que a situação não seja de demissões, é importante que haja comunicação entre empresa e funcionários.

 

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